FRANCISCO PESTANA

Direcção da Cooperativa

Inicia a sua carreira artística em 1969, no Grupo Cénico da Faculdade de Direito de Lisboa, dirigido por Adolfo Goutkin. Em 1970, estreia-se no cinema no filme Nojo aos Cães, de António de Macedo e em 1971 estreia-se no teatro profissional em O Processo encenado por Artur Ramos (Teatro Villaret) e integra o elenco do primeiro espectáculo de uma nova companhia “Os Bonecreiros”, fazendo parte da fundação da Comuna -Teatro de Pesquisa, em 1972.

Em 1982 é um dos membros fundadores do Novo Grupo/Teatro Aberto, integrando a direcção desta companhia com João Lourenço, Irene Cruz e Melim Teixeira e participando como actor na maior parte dos espectáculos apresentados.

No cinema, trabalha com Luís Galvão Telles, António de Macedo, José Fonseca e Costa, Joaquim Leitão e Geneviéve Mershe.

Em televisão, participa em séries, como Clube dos Campeões, Cuidado com as Aparências, Ilha das Cores e Campeões e Detectives.

Ao longo da sua carreira participa em peças radiofónicas e faz trabalho de dobragem em diversas séries de desenhos animados.

Paralelamente desenvolve a actividade de dramaturgo, destacando a sua peça A Ilha de Argüim (1º Prémio do Concurso Inatel/Novos Textos 1994), levada à cena pelo Teatro Experimental do Funchal e estreada no Teatro Municipal Baltazar Dias. em 1996. Esta peça foi também, editada em livro e em televisão (RTP-Madeira). De entre as peças da sua autoria foram ainda levadas à cena Subúrbio ou Não Há Nada que se Coma (Teatro Cinearte/A Barraca, 1995) e Deixa-me ser a tua Loucura ou Não Há Nada que se Coma 2 (Teatro da Trindade, 1999).

Em 1995 foi agraciado pelo Governo Regional da Madeira por Distinção e Mérito na área do teatro.