PELO O PRAZER DE A VOLTAR A VER
Michel Tremblay
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PURGA
Sofi Oksanen
30 Junho, 2011

VERMELHO

John Logan

VERSÃO
João Lourenço | Vera San Payo de Lemos
DRAMATURGIA
Vera San Payo Lemos
ENCENAÇÃO E REALIZAÇÃO VÍDEO
João Lourenço
SUPERVISÃO AUDOVISUAL
Nuno Neves
CENÁRIO
António Casimiro | João Lourenço
FIGURINOS
Dino Alves
LUZ
Melim Teixeira
INTERPRETAÇÃO
António Fonseca | João Vicente
Nova Iorque, 1958-1959. O pintor Mark Rothko contrata Ken, um jovem assistente, para o ajudar na execução de um trabalho que lhe foi encomendado. Trata-se de uma série de murais para o luxuoso restaurante Four Seasons, integrado no edifício Seagram, um projecto inovador dos arquitectos Philip Johnson e Mies van der Rohe. Enquanto misturam as tintas e preparam as telas, Rothko expõe as suas ideias sobre a arte, reportando-se aos pintores que o antecederam, como Caravaggio ou Miguel Ângelo, e aos seus contemporâneos, como Jackson Pollock ou Andy Warhol: a arte deve propiciar o encontro do homem consigo próprio e com o mistério da existência e não ser um mero objecto de divertimento e decoração. No diálogo entre o mestre e o discípulo, desenvolve-se um intenso processo de reflexão que os transforma a ambos e os leva a procurar novos caminhos.

Escrito pelo autor norte-americano John Logan em 2009 e distinguido com vários prémios de teatro, Vermelho é um diálogo apaixonante sobre a arte e a vida que envolve não apenas artistas e criadores como também os seus cúmplices, os espectadores.

Críticas

"...confronto do pintor (muito bem interpretado por António Fonseca) com o seu assistente um Ken construído com entusiasmo por João Vicente)..."
- 01-02-2012 - Time Out Lisboa (Rui Monteiro)

"...cedo se revela um discurso geral sobre a arte e a vida, numa lição de cultura no seu estado mais nobre"
- 16-12-2011 - Jornal I (Pedro Rodrigues)

"...a escolha da Sala Vermelha é perfeira (...) recria de forma magistral o estúdio de uma personagem fascinante(...). Este espectáculo é assim um caso de sucessivos e felizes encontros de afinidades e de afetos, idem de identificação com os aspectos mais profundos da existência (...). A não perder."
- 16-12-2011 - Jornal de Letras (Helena Simões)

"... brilhantemente interpretada por António Fonseca (...) e por João Vicente (...). Este espectáculo revela-se uma preciosidade para quem aprecia e trabalha em Arte ... "
- 09-01-2012 - P3 (Cláudia Lucas Chéu)