TRÊS MULHERES COM MÁSCARA DE FERRO
Agustina Bessa-Luís

AMOR E INFORMAÇÃO
Caryl Churchill
13 Dezembro, 2014
A ACOMPANHANTE
Cecília Ferreira
20 Junho, 2014

TRÊS MULHERES COM
MÁSCARA DE FERRO

Agustina Bessa-Luís

MÚSICA
Eurico Carrapatoso
DIRECÇÃO MUSICAL
João Paulo Santos
ENCENAÇÃO
João Lourenço
DRAMATURGIA
Vera San Payo de Lemos
CENÁRIO
João Mendes Ribeiro
FIGURINOS
Bernardo Monteiro
COREOGRAFIA
Cláudia Nóvoa
SOLISTAS
Ana Ester Neves |Angélica Neto | Patrícia Quinta
A estreia mundial da ópera “Três Mulheres com Máscara de Ferro” ocorreu no dia 14 de Outubro de 2014 no Auditório do CAM da Fundação Calouste Gulbenkian. Após a estreia, o espectáculo foi apresentado a 17 e 18 de Outubro de 2014 no Teatro Aberto.

No âmbito do I Congresso Internacional dedicado à obra de Agustina Bessa-Luís, a Fundação Calouste Gulbenkian e o Teatro Aberto apresentaram em estreia mundial a ópera Três mulheres com Máscara de Ferro, com música de Eurico Carrapatoso a partir de um texto inédito da autora.

O convite para encenar este texto foi feito pelo Circulo Literário Agustina Bessa-Luís a João Lourenço que desafiou o compositor a escrever a música para este drama em um acto, a partir do texto homónimo e inédito de Agustina Bessa-Luís.

A direcção musical é de João Paulo Santos, dramaturgia de Vera San Payo de Lemos, cenário de João Mendes Ribeiro e figurinos de Bernardo Monteiro.

As três protagonistas, Fanny Owen, Ema e Sibila, interpretadas pelas solistas Ana Ester Neves, Angélica Neto e Patrícia Quinta. A música foi composta para clarinete, violino, violoncelo e piano.



Críticas

“Três mulheres retirando a máscara para nos mostrar como pode a vida brotar numa rica diversidade de sentidos”. - Público – Mário Lopes – 17/10/2014

“Drama num único acto, que põe em cena três das mais imortais personagens de Agustina”. - Sol – Rita Silva Freire – 17/10/2014

“No livro - programa – um dos melhores de sempre, parabéns, Teatro Aberto! –, Vera San Payo de Lemos discorre inteligentemente sobre o carácter dos libretos e aproveita para desconstruir a peça de Agustina. (…) À questão recorrente da trama de Agustina – O que é o principal? – parece responder a música. O resto é silêncio (como aponta Fanny no final da ópera)”. - Expresso – Jorge Calado – 25/10/2014