TENTATIVAS PARA MATAR O AMOR
Marta Figueiredo

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TENTATIVAS PARA MATAR O AMOR

Marta Figueiredo

AUTOR
Marta Figueiredo
DRAMATURGIA E ENCENAÇÃO
Levi Martins e Maria Mascarenhas
CENÁRIO E DESENHO DE LUZ
Adelino Lourenço
MÚSICA E SONOPLASTIA
André Reis
VÍDEO
Eduardo Breda
FIGURINOS
Dino Alves
INTERPRETAÇÃO
Cleia Almeida | Eurico Lopes | Tomás Alves
Apresentada na Sala Vermelha do Teatro Aberto de 3 de Março a 16 de Abril de 2017.

Nos dias 3 e 4 de Novembro de 2017, foi apresentada no Cine-Teatro Joaquim de Almeida, Montijo.

Peça vencedora do Grande Prémio de Teatro Português SPAutores/Teatro Aberto 2015.


Ana e Jaime conhecem-se há mais de dez anos. Amam-se mas não estão juntos. As suas vidas não combinam, não encaixam. Tentam então matar o amor. Sem amor as suas vidas tornar-se-iam certamente mais eficientes, mais adequadas às exigências do quotidiano. Porém, entre viagens, trabalho, contas por pagar, rendas, recordações, encontros e desencontros, o que sentem um pelo outro teima em voltar a despontar.

Tentativas para matar o amor, de Marta Figueiredo, texto vencedor do Grande Prémio de Teatro Português SPAutores/Teatro Aberto 2015, retrata uma relação que tem dificuldade em sobreviver à vida contemporânea. Uma das questões centrais com que nos confronta deve ser pensada e sentida numa dimensão política: será que o mundo que criámos não contempla espaço nem tempo para o amor?

Críticas

“Retrato de uma sociedade onde é mais importante produzir do que sentir”. - Jornal de Negócios – Wilson Ledo – 03/03/2017

“O texto surpreende pela liberdade formal e pela inventiva no tratamento do tema do amor na sociedade atual (…) Se é certo que uma sociedade só pode reinventar-se se souber reinventar o amor, incumbe aos artistas usarem o poder da palavra par agirem na sociedade”. - Jornal de Letras – Helena Simões – 15/03/2017

“É a ideia que a encenação de Levi Martins e Maria Mascarenhas Martins quase dissecam (…), recorrendo a uma dinâmica articulação entre teatro, música (André Reis) e cinema (Eduardo Breda), através da qual mantêm viva a ideia central do original: ‘Será que o mundo que criámos não contempla espaço nem tempo para o amor’”. - Time Out – Rui Monteiro – 22/03/2017

“E, se o amor é ‘transbordar todas as regras ou convenções’, então, numa sociedade que valoriza a eficiência e a eficácia, torna-se imperativo tentar matá-lo” - Visão – Vânia Maia – 02/03/2017