PEER GYNT
Henrik Ibsen
24 Fevereiro, 2002
A VISITA
Eric-Emmanuel Schmitt
15 Maio, 2001

SOCOS

Neil LaBute

VERSÃO
João Lourenço | Vera San Payo de Lemos
DRAMATURGIA
Vera San Payo de Lemos
MÚSICA
João Lourenço
CENÁRIO
João Lourenço
FIGURINOS
Maria Gonzaga
LUZ
João Lourenço | Melim Teixeira
ENCENAÇÃO
João Lourenço
INTERPRETAÇÃO
Anabela Brígida | Pedro Lima | Phillippe Leroux | Sofia de Portugal
Um homem de negócios desabafa sobre os seus problemas familiares e profissionais, um par de namorados descreve as peripécias de um fim de semana em Nova Iorque, uma jovem recorda o seu primeiro amor.
As três histórias que compõem Socos começam por narrar, numa linguagem viva e cheia de pormenor, acontecimentos aparentemente comuns da vida quotidiana, e acabam por surpreender ao revelar, com crescente intensidade dramática, o lado obscuro da alma humana, os segredos escondidos atrás das fachadas e as trágicas consequências dos pequenos acasos.

Críticas

"Indispensável ver. Socos (peças dos últimos dias) ficará a ser um espectáculo histórico, não pelos seus valores, aliás, inegáveis, mas por ser a última peça apresentada neste Teatro Aberto (...)"
- 19/09/2001 - Jornal de Letras (Carlos Porto)

"Mas porque o texto não é tudo (...), João Lourenço, o encenador, não se desleixa e agarra no material com unhas e dentes. E não se podia sair melhor."
- 2/10/2001 - Blitz (J.D.R.)

"Impossível ficar indiferente."
- 26/10/2001 - Euro Notícias (SM)