RASTOS
António Ferreira

ALBERT HERRING
Benjamin Britten
1 Julho, 2002
PEER GYNT
Henrik Ibsen
24 Fevereiro, 2002

RASTOS

António Ferreira

DRMATURGIA E ENCENAÇÃO
Paulo Filipe
CENÁRIO E FIGURINOS
José Fragateiro | Vera Castro
MÚSICA
Paulo Curado
APOIO AO MOVIMENTO
Aldara Bizarro
LUZ
Melim Teixeira
INTERPRETAÇÃO
Alexandre Pinto | Anabela Teixeira | Filipe Cochofel | Karas
Este espectáculo expõe a vida de quatro jovens que habitam provisoriamente um prédio emparedado de Lisboa. Neste retrato encontramos Laura e João, que vivem uma história de amor, Luís, um lobo solitário, que controla o precário prédio, e o recém-chegado Pedro, o inquilino mais inocente, que diz ter escrito livros. Rejeitados pela sociedade, todos eles procuram entre aquelas paredes e nos rastos de si próprios maneiras de sobreviver.

Críticas

“Teatro inédito, em português e contemporâneo: um luxo que devemos à generosidade de quem o escreveu e de quem o quis dar a ver.”
– 31/05/2002 – Diário de Notícias (Miguel-Pedro Quadrio)

“Para além de um trabalho de actores francamente honesto, são de salientar a cenografia e os figurinos de Vera Castro e de José Fragateiro, francamente interessantes. “
– 22/06/2002 – Expresso Cartaz (J.C.)