PELO PRAZER DE A VOLTAR A VER
Michel Tremblay

LONDRES
Cláudia Clemente
5 Julho, 2012
VERMELHO
John Logan
16 Dezembro, 2011

PELO PRAZER DE A VOLTAR A VER

Michel Tremblay

VERSÃO E DRAMATURGIA
Marta Dias
ENCENAÇÃO
Marta Dias
CENÁRIO
Rui Francisco
FIGURINOS
Bernardo Monteiro
LUZ
Tasso Adamopoulos
REALIZAÇÃO VÍDEO
Nuno Neves
INTERPRETAÇÃO
Luís Barros | Sílvia Filipe
O palco é um lugar mágico que permite todos os sonhos. Desta vez, não há duelos, nem príncipes, nem oráculos mas sim o teatro das pessoas, das pequenas coisas que temos em comum… e nos tornam únicos.
Um dramaturgo sobe ao palco para nos falar da mulher que desinquietou o seu espírito de jovem sonhador, para nos contar como se tornou quem é. A história que conta não é muito diferente das nossas histórias mas nós queremos ouví-la outra vez – tal como ele deseja voltar a ver essa mulher, mais uma vez.

Críticas

“...o cenário de Rui Francisco pleno de funcionalidades rico em simbolismo um regalo para o olhar uma caixa de surpresas, um lar de sortilégios. ... talento de Luís Barros e Sílvia Filipe, isto é, Nana, alma da festa, nobre alma, no corpo na voz da actriz, no cuidado gesto... com a sua interpretação cerzindo estilhaços de uma memória idealizada em narrativa e beleza e um bocadinho de poesia."- - 16-05-2012 – Time Out Lisboa (Rui Monteiro)

“(…) excelente interpretação de Sílvia Filipe, exuberante ao mesmo tempo que íntima, a postura desenhando a personagem, voz que cativa a uma pronúncia que define o estrato social, a força interior, a singeleza do trato e a frescura dos pensamentos. Luís Barros dá boa réplica. (..)” - -22-11-2012 – Expresso (António Loja Neves)

“...satisfaz todas as demandas de um espetáculo moderno informado artisticamente eficaz estilisticamente coeso socialmente atento.(...) Marta Dias é seguramente a maior revelação da noite pelas capacidades demonstradas na colocação em cena de uma peça aparentemente sem tema num contexto geo cultural muito diverso. (...)Luís Barros consegue estabelecer de forma subtil uma estabilidade para a personagem que, com leveza, faz viajar desde a infância até à meia idade; através de um registo contido, evitando o tom sentimental, imprime afeto e saudade ao seu discurso ora no palco ora para a plateia. (...) Sílvia Filipe (...) de forma brilhante encontrando o paradoxo permanente da existência misturando o teatro e a vida a ficção e a realidade a comédia e a tragédia o riso e o choro a alegria e a tristeza. "- - 16-05-2012 – Jornal de Letras (Helena Simões)