PEER GYNT
Henrik Ibsen

RASTOS
António Ferreira
24 Maio, 2002
SOCOS
Neil LaBute
5 Setembro, 2001

PEER GYNT

Henrik Ibsen

VERSÃO
João Lourenço | Vera San Payo de Lemos
DRAMATURGIA
Vera San Payo de Lemos
COREOGRAFIA
Rita Judas
FIGURINOS
Reneé Hendrix
CENÁRIO
Jochen Finke
DIRECÇÃO MUSICAL
João Paulo Santos
MÚSICA ORIGINAL
Eurico Carrapatoso
LUZ
João Lourenço | Melim Teixeira
ENCENAÇÃO
João Lourenço
INTERPRETAÇÃO
António Cordeiro | Carlos Pisco | Catarina Furtado | Catarina Matos | Cláudia Chéu | Francisco Pestana | Henrique Félix | Inês Rosado | Irene Cruz | João Pedro Vaz | José Boavida | Lourenço Henriques | Luís Alberto | Marta Furtado | Melim Teixeira | Nuno Nunes | Nuno Távora | Paulo Ribeiro | Rita Pitschieller | Sara Belo | Sílvia Balancho | Sofia Borges | Sofia de Portugal | Tobias Monteiro
Peer Gynt é como o próprio Ibsen refere um grande poema dramático. É também um conto filosófico. Ibsen deseja exprimir teatralmente não somente o seu conhecimento das diferentes correntes de pensamento da sua época (Kant, Hegel, etc.) mas também o seu ponto de vista pessoal sobre as diversas teorias. Para isso utiliza o mais íntimo do ser humano no seu percurso ao longo da vida, passando por diferentes idades, fases e épocas, cruzando mares e atravessando continentes, posto à prova em situações extremas onde o Homem é forçado a revelar não só os sentimentos mais nobres como também a mostrar que é capaz dos comportamentos mais vis conjugando-se tudo numa espécie de hino à grandeza e miséria do ser humano.

Críticas

“Espectáculo absoluto, com altíssima qualidade artística em todos os sectores que o compõem...”
– 7/03/2002 – Notícias da Amadora (Fernando Midões)

“Estamos perante teatro no que de mais completo e fascinante pode ter. “
– 2/03/2002 – Diário de Notícias (Pedro Rolo Duarte)

“(…) Este espectáculo (…) ajuda-nos a enriquecer o nosso entendimento do acto teatral. Não ver será lamentável.”
– 6/03/2002 – JL (Carlos Porto)

“Eurico Carrapatoso criou uma música cénica absolutamente notável “
– 15/03/2002 – Expresso Cartaz (João Carneiro)

“João Lourenço e Vera San Payo de Lemos dão-nos teatro bem feito, bem acabado, com cenários e iluminação contemporâneos…“
– 1/03/2002 – O Independente ( José Couto Nogueira)