OS FILHOS
Lucy Kirkwood

NÃO ME FAÇAS PERDER TEMPO
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OS FILHOS

Lucy Kirkwood

ENCENAÇÃO
Álvaro Correia
CENÁRIO
André Guedes
FIGURINOS
Ana Paula Rocha
DESENHO DE LUZ
Manuel Abrantes
SONOPLASTIA
Vitória
INTERPRETAÇÃO
Custódia Gallego | João Lagarto | Maria José Paschoal
Hazel e Robin são um casal de físicos nucleares reformados. Mudaram-se para uma pequena casa depois de um acidente na central nuclear onde trabalhavam ter contaminado a área circundante com radioactividade. Embora façam racionamento de água e electricidade, procuram manter as rotinas e levar uma vida tão normal quanto possível. Um dia recebem a visita de Rose, uma antiga colega, que lhes vem propor um regresso ao trabalho para repararem os danos causados pelo acidente. Estarão Hazel e Robin dispostos a tanto? A que custo?

Estreada em Londres em 2016, a peça Os Filhos problematiza a responsabilidade de cada indivíduo pelas escolhas que faz na sua vida pessoal, familiar e profissional e propõe uma reflexão sobre aquilo que cada um poderá fazer para melhorar a vida dos outros e proteger o planeta dos perigos que o ameaçam destruir.

Fotografia - Filipe Figueiredo

Críticas

“(…) a força do trabalho de Lucy Kirkwood, e dos magníficos atores que lhe dão vida em cada representação, não está em nenhuma intenção militante ou cívica. Nem sequer numa pedagogia ambiental, pois o nuclear é para ela apenas uma metáfora deste tempo e mundo onde estamos mergulhados.”
- Jornal de Letras– Viriato Soromenho-Marques – 4.05.22

“A disposição em largura da sala aumenta a experiência imersiva, como se estivéssemos mergulhados na mesma memória e no mesmo dilema, de tal modo que o que ouvimos soa, por vezes, como eco de algo já vivido.”
- Jornal de Letras-Helena Simões - 4.05.22

“Álvaro Correia (assessorado pelo cenário de André Guedes, pelo desenho de luz de Manuel Abrantes e a estimulante sonoplastia de Victória, para além do rigor e da segurança do elenco) compreendeu muito bem a substância de Os Filhos “
– Público – Rui Monteiro -17.05.22