O PREÇO
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O PREÇO

Arthur Miller

ENCENAÇÃO e LUZ
João Lourenço
CENÁRIO
António Casimiro | João Lourenço
FIGURINOS
Dino Alves
SUPERVISÃO AUDIOVISUAL
Nuno Neves
INTEPRETAÇÃO
António Fonseca| João Perry |
Marco Delgado| São José Correia

Nova Iorque, 1968. Dois irmãos voltam a encontrar-se, dezasseis anos depois da morte do pai, para desocuparem a casa que deixaram intacta ao longo de todos aqueles anos. Um velho avaliador vem dar-lhes um preço pelos móveis e objectos de que se querem desfazer. No entanto, a transacção não é tão simples como imaginaram: todas aquelas coisas fazem parte da história da família, estão repletas de memórias e obrigam-nos a confrontarem-se com o passado e com as escolhas que fizeram na vida.

Qual foi o preço dessas escolhas? Qual é o preço das contas que ficam em aberto? Entre o deve e o haver, o que se perde e o que se ganha? Neste encontro cheio de emoções, debatem-se as grandes questões da vida, com a esperança sempre acesa de uma maior compreensão do que é profundamente humano.

Críticas

“A peça de Miller (…) traz-nos a denúncia crua de uma série de temas pertinentes na atualidade (…) torna irresistível a comparação com algum do nosso dia a dia. (…) João Perry é exímio no seu papel tragicómico, António Fonseca está ao seu melhor nível no irmão desaparecido”. - Expresso – António Loja Neves – 20/07/2013

“Com um elenco de repetentes no Teatro Aberto onde estão o veterano João Perry (…) a peça propõe-nos uma reflexão sobre os nossos atos e as suas consequências. (…) Além dos muitos paralelos que tem com a situação económica e social (…) o texto é também um ensaio sobre a família e a forma como as relações se deterioram quando os problemas não são resolvidos e os ressentimentos se acumulam ao longo dos anos.” - Correio da Manhã – Ana Maria Ribeiro – 01/07/2013

“O Preço ganhou uma nova actualidade, uma importância significante na sua vívida e conservadora autópsia da responsabilidade individual a partir da desavença de dois irmãos, bem compreendida e exposta pela encenação de João Lourenço.” - Time Out – Rui Monteiro – 10/07/2013

“O espetáculo no Teatro Aberto (…) decorre num imponente cenário (…) Desde logo João Perry, exímio na perícia com que resolve o registo trágico-cómico, a atravessar toda a peça, como uma voz da consciência.” - Jornal de Letras – 10/07/2013