GALILEU
Bertolt Brecht

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GALILEU

Bertolt Brecht

VERSÃO
João Lourenço | Vera San Payo de Lemos
DRAMATURGIA
Vera San Payo de Lemos
MÚSICA
Vítor Rua
CENÁRIO
Henrique Cayatte | João Lourenço
FIGURINOS
Maria Gonzaga
LUZ
João Lourenço | Melim Teixeira
ENCENAÇÃO
João Lourenço
INTERPRETAÇÃO
Adérito Lopes | António Cordeiro | Afonso Pimentel | Carla Chambel | Francisco Pestana | Irene Cruz | Joana Martins | Joana Silva | Jorge Gonçalves | Luís Alberto | Rui Luís Brás | Rui Mendes | Rui Melo | Rui Morisson | Sara Janic | Pedro Giestas | Sérgio Silva | Susana Lourenço
As experiências científicas de Galileu Galilei põem em causa não apenas as noções fundamentais da ciência, mas também a concepção do mundo e da situação do homem no planeta Terra.

Perseguido pela inquisição que o pretende queimar por heresia, Galileu debate-se com um conflito entre a vida e a morte não só da sua pessoa, como também da sua ciência e decide continuar a desenvolver os seus estudos, consciente do perigo, mas também do progresso que estes poderiam significar para a humanidade. Por fim, opta por pactuar com os poderosos para astuciosamente poder dar continuidade a estudos que sabia poderem vir um dia a revolucionar a ciência.

Nesta peça central na obra de Bertolt Brecht, escrita entre 1938 e 1956, o dramaturgo alemão escolhe situações paradigmáticas da vida de Galileu Galilei (1564-1642) para problematizar questões que permanecem actuais: as implicações da utilização da ciência e a relação do cientista com a sociedade.

Críticas

“...uma peça de uma actualidade ímpar…”
– 10/10/2006 – Jornal da Região (Lisboa)

“…largue tudo, tem de ver…”
– 14/05/2006 – Metro

“…um conjunto harmonioso…”
– 1/06/2006 – Magazine Artes (Ana Leonor Martins)

“…um espectáculo feliz…”
– 21/05/2006 – Correio da Manhã (Ana Maria Ribeiro)