CONSTELAÇÕES
Nick Payne

O PAI
Florian Zeller
14 Dezembro, 2016
AO VIVO E EM DIRECTO
Raul Malaquias Marques
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CONSTELAÇÕES

Nick Payne

VERSÃO
João Lourenço | Vera San Payo de Lemos
DRAMATURGIA
Vera San Payo de Lemos
ENCENAÇÃO
João Lourenço
CENÁRIO
António Casimiro | João Lourenço
FIGURINOS
Dino Alves
LUZ
Alberto Carvalho | João Lourenço | Marcos Verdades
VÍDEO
Luís Soares
DANÇA A PAR
João Fanha | Raquel Santos INTERPRETAÇÃO
Joana Brandão | Pedro Laginha

Um homem e uma mulher conhecem-se, apaixonam-se, vivem juntos, separam-se, reencontram-se, reconciliam-se, ou talvez não. Talvez tudo seja, possa ter sido ou venha a ser diferente, conforme as circunstâncias com que se deparam e as escolhas que fazem ou deixam de fazer. Nos múltiplos universos paralelos em que estão, há múltiplas variantes da sua história de amor: talvez nunca mais se voltem a ver ou talvez fiquem juntos até que a morte os separe.

Seguindo uma tese da física teórica, segundo a qual há mais do que três dimensões do espaço e uma dimensão do tempo, Constelações mostra-nos um multiverso onde a vida assume uma miríade de formas em simultâneo e todos os futuros são possíveis. Mas será que aquilo que acontece depende das nossas decisões? Será que depende do acaso? Ou de algo mais que não se vê e não se conhece?

Críticas

“É uma viagem entre os altos e baixos da vida e das relações que faz pensar na facilidade com que tudo começa, se transforma e acaba (…) Desafia os espectadores a entrarem “no jogo da repetição tão nossa e tão diária”. - Público – Inês Nadais – 07/07/2016

“Cenário fantástico, como já é hábito nas encenações da casa”. - Visão – Sara Sá – 22/07/2016

“Encenação imaginativa e atraente de João Lourenço, a partir de exemplar dramaturgia de Vera San Payo de Lemos (…) as personagens interpretadas por Joana Brandão e Pedro Laginha com esforço e brio e emoção e equilíbrio, mais considerável forma física para aguentar a roda viva deste espectáculo”. - Time Out – Rui Monteiro – 27/07/2016

“Um espetáculo que (…) indaga sobre a condição humana e o nosso lugar no Universo (…) texto de Nick Payne, premiado em Londres e em Nova Iorque”. - Jornal de Letras – 20/07/2016