AMOR E INFORMAÇÃO
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AMOR E INFORMAÇÃO

Caryl Churchill

VERSÃO
João Lourenço
DRAMATURGIA
Vera San Payo de Lemos
ENCENAÇÃO
João Lourenço
FIGURINOS
Isabel Carmona
VÍDEO
Nuno Neves
COREOGRAFIA
Cláudia Nóvoa
LUZ
João Lourenço
INTERPRETAÇÃO
Ana Guiomar | Carlos Malvarez | Cristóvão Campos | Francisco Pestana | Irene Cruz | João Vicente | Marta Dias | Marta Ribeiro | Melim Teixeira | Patrícia André | Paulo Oom | Rui Neto | Teresa Sobral
Ama-se e deixa-se de amar, perde-se a memória de quem se amou, recorda-se os tempos do amor, faz-se o luto, vai-se à procura da intensidade do sentir longe da civilização, tem-se uma paixão virtual difícil de explicar, idolatra-se uma estrela até à loucura. Quer-se saber mais, esconder o que se sabe, revelar segredos, não esquecer nada, conhecer o futuro, perceber a dor, o medo, o significado das palavras, o sentido da vida. Como num caleidoscópio ou num zapping de imagens, surgem mais de 100 personagens em mais de 50 peças curtas e outros tantos intermezzos, criados por esta encenação, numa proposta teatral invulgar que investiga sempre de novos pontos de vista os múltiplos aspectos da nossa infinita necessidade de amor e de conhecimento.

Críticas

“ Um espetáculo impressionante, intenso, ousado e expressivo (…) É notável a flexibilidade e o arrebatamento de todos os atores, que nos deixam sem respiração, mantendo o mesmo entusiasmo do princípio ao fim do espetáculo”. - Jornal de Letras – Helena Simões – 07/01/2015

“É teatro zapping, bem de acordo com o mundo em que vivemos (…) Em cena (…) estamos nós e a forma como vivemos, amamos e nos relacionamos neste mundo da informação que nos bombardeia 24horas sobre 24, da internet e do estar online”. - Time Out – Eurico de Barros – 17/12/2014

“Reúne 54 peças curtas que fazem desfilar perante o público situações de um quotidiano cada vez menos ‘normal’ (…) Entre personagens que se apaixonam por seres virtuais e aquelas que não sabem o que fazer se não tiverem televisão, música ou internet (…) estes são retratos bem reais do nosso tempo”. - Correio da Manhã – Ana Maria Ribeiro – 05/01/2015 “É uma peça caleidoscópica, que propõe uma reflexão sobre o modo como lidamos justamente com o amor e com a informação, mas também com os afetos em geral, com a memória e com a privacidade”. - Destak – Filipa Estrela – 29/12/2014