A ÓPERA DO MENDIGO
John Gay, B. Britten

A ÓPERA DOS TRÊS VINTÉNS
Bertolt Brecht, Kurt Weill
8 Junho, 2005
UMA QUESTÃO DE IDENTIDADE / UMA QUESTÃO DE CONFIANÇA
Ernst Krenek
25 Dezembro, 2004

A ÓPERA DO MENDIGO

John Gay | Benjamin Britten

DIRECÇÃO MUSICAL
João Paulo Santos
CENÁRIO
João Mendes Ribeiro
FIGURINOS
Maria Gonzaga
COREOGRAFIA
Carlos Prado
LUZ
João Lourenço | Melim Teixeira
ENCENAÇÃO
João Lourenço
INTÉRPRETES SOLISTAS
Dora Rodrigues | Mário João Alves | Mário Redondo | Sónia Alcobaça | Susana Teixeira | Wagner Diniz
CORALISTAS
Ana Cosme | Ana Serôdio | Angélica Neto | Carlos Pedro | Ciro Telmo Martins | João Miguel Queiroz | Juliana Mauger | Madalena Boléo | Miguel Calado | Lúcia Lemos | Pedro Correia | Samuel Vieira
ACTORES
Adriana Moniz | Carlos Pisco | Jonathan Weightman | Sílvia Filipe
MÚSICOS
Aida Supancic | Carmen Cardeal | Carolino Carreira | Elisabeth Davis | Jorge Trindade | Klara Erdei | Nuno Ivo Cruz | Paulo Guerreiro | Pavel Arefiev | Pedro Saglimberri Muñoz | Pedro Wallenstein | Ricardo Lopes
Nos antros do crime e da corrupção, no século XVIII em Londres, há ladrões, polícias e prostitutas a trabalhar numa rede de concorrência e conluio, mas um dia aparece o amor, e com ele a paixão e o ciúme, a perturbar as regras não escritas dos negócios obscuros.
The Beggar’s Opera - A Ópera do Mendigo - de Benjamin Britten (1948) baseia-se na ópera-balada homónima de John Gay (1728) que inspirou a Ópera do Malandro de Chico Buarque (1978) e A Ópera de Três Vinténs de Brecht/Weill (1928), o próximo espectáculo a estrear na Sala Azul do Teatro Aberto em Maio de 2005.
Para esta sua versão de A Ópera do Mendigo Britten utilizou os temas originais de John Gay. Através de uma dramaturgia e de uma orquestração e harmonização totalmente novas criou uma obra com uma dinâmica operática muito diferente do original que o inspirou.

Críticas

“…é de salientar o cuidado musical de João Paulo Santos, que dirige com atenção…”
– 5/03/2005 – Expresso (João Carneiro)

“…de louvar a composição dos personagens…”; “João Paulo Santos dirigiu um ensemble de solistas com gosto…”
– 11/03/2005 – Diário de Notícias (Bernardo Marianao)

“Um espectáculo muito bem conseguido…”; “…recomenda-se vivamente…”
– 2/03/2005 – Público (Teresa Cascudo)

“…com um elenco de luxo…”
– 24/02/2005 – Notícias da Manhã