A MORTE E A DONZELA
Ariel Dorfman

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A MORTE E A DONZELA

Ariel Dorfman

VERSÃO
João Lourenço | Vera San Payo de Lemos
CENÁRIO E FIGURINOS
Juan Soutullo
LUZ
Melim Teixeira
ENCENAÇÃO
Fernanda Lapa
INTERPRETAÇÃO
Irene Cruz | João Lagarto | Rui Mendes
Ariel Dorfman, exilado chileno, a viver há muito tempo nos Estados Unidos, escreveu um "thriller" político sobre e contra a tortura. Mas na sua peça politicamente bem construída também há um psicodrama strindberguiano, que por vezes foge para o terreno do mítico, e três papéis cheios de substância para actores que saibam aliar a moral ao suspense.
A peça A Morte e a Donzela foi descoberta em Londres e alcançou imediatamente um grande êxito.
Na Broadway foi encenada por Mike Nichols com um elenco de grandes e bem conhecidos actores - Glenn Close, Richard Dreyfuss e Gene Hackman.
Programada para mais de 30 países e anunciada, só no espaço de língua alemã, para mais de 25 teatros: A Morte e a Donzela de Ariel Dorfman está a tornar-se no "superhit" internacional dos anos 90.
Roman Polanski vai apresentar a peça em Paris e, em seguida, filmá-la; Istv n Szabo dirige-a em Budapeste; Jerzy Skolimowski em Varsóvia; Hector Babenco no Brasil.

Críticas

"...Um trio de grandes intérpretes (...) um espectáculo de grande intensidade e densidade"
- 12/3/1995 - Público (Manuel João Gomes)

"...Um jogo tensional que se mantém sem quebras durante todo o espectáculo", "Um espectáculo que suscita questões fundamentais, como o problema da coabitação política."
- 25/3/1995 - Expresso (João Carneiro)

"Obrigatório"
- 6/4/1995 - Visão (Rosário Anselmo)

"...Um trabalho que nos perturba, que nos inquieta."; " Um excelente trabalho de Irene Cruz"
- 10/5/1995 - Jornal de Letras (Carlos Porto)

"Irene Cruz brilha no papel de protagonista"
- 2/3/1995 - A Capital (Rita Bertrand)

"...Um espectáculo actualíssimo e eficaz"
- 18/3/1995 - Público (Manuel João Gomes)