A FORMA DAS COISAS
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A FORMA DAS COISAS

Neil LaBute

VERSÃO
Vera San Payo de Lemos
CENÁRIO
Henrique Cayatte | João Lourenço
FIGURINOS
Maria Gonzaga
LUZ
João Lourenço | Melim Teixeira
ENCENAÇÃO E BANDA SONORA
João Lourenço
INTERPRETAÇÃO
Joana Fartaria | Philippe Leroux | Sofia de Portugal | Victor d’Andrade.
Até onde é que nos dispomos a ir por amor? Até onde é que nos dispomos a ir quando acreditamos muito numa ideia e empenhamos todas as nossas capacidades para a realizar? Que transformações somos capazes de aceitar em nós próprios e no nosso estilo de vida? E a que preço?

São estas as questões fundamentais tratadas na peça A Forma das Coisas de Neil Labute, estreada em 2001 no Almeida Theatre em Londres. Examinando os conflitos e as expectativas que perpassam as relações de amor, amizade, cumplicidade e interesse de quatro jovens estudantes numa universidade norte-americana, Neil LaBute expõe nesta sua peça o que se esconde atrás da “forma das coisas” e do fascínio pela aparência. A fronteira entre a arte e a vida e a dimensão ética da procura da verdade e da beleza são problematizadas nesta peça que se assume como deliberadamente provocatória e pretende suscitar reflexão e debate

Críticas

“Um texto magnífico…”; “…um espectáculo com um texto que provoca a reflexão e que por isso se recomenda…”
– 1/04/2004 – Jornal do Algarve (A.O)
“Uma peça provocatória que suscita a reflexão.”
– 10/04/2004 – Diário de Notícias

“…encenada com rigor e grande eficácia, tendo recebido da parte dos actores uma resposta totalmente adequada…”
– 1/05/2004 – Expresso (João Carneiro)
“…a encenação é clara e simples…”; “ P.Leroux e Sofia de Portugal são um competentíssimo casal…”
– 8/05/2004 – Expresso Cartaz (J.C)

“…um espectáculo que não esquecemos assim que pomos o pé fora do teatro…”
– 8/05/2004 – Correio da Manhã (Ana Maria Ribeiro)

“…encenação segura e inteligente, (…) e actuações convincentes…”; “Certeira a versão de João Lourenço e Vera San Payo de Lemos, bem como a dramaturgia da segunda…”
– 6/05/2004 – Notícias da Amadora (Fernando Midões)

“A peça pugna pela sua actualidade…”
– 21/05/2004 – Semanário (Luísa Ferrão)