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Direcção




João Lourenço
- Encenador -
curriculo
Director responsável pela Direcção Artística e pela Programação
Irene Cruz
- Actriz -
curriculo
Directora Responsável pelos sectores de Recursos Humanos e de Guarda-Roupa
Francisco Pestana
- Actor -
curriculo
Director responsável pelos sectores de Relações Públicas, Marketing e Publicidade
Melim Teixeira
- Actor -
curriculo
Director responsável pelos sectores Técnico, Administração e Produção





JOÃO LOURENÇO

CURRICULUM VITAE






1952
Estreia-se na Rádio (Emissora Nacional) como intérprete. A partir dessa data intervém em dezenas de peças e folhetins. Desde o inicio da Televisão‚ um dos seus pioneiros e durante anos participa em inúmeras peças.

1957
Estreia-se no Teatro Nacional D. Maria II, na peça D. INEZ DE PORTUGAL, de Alexandre Casona, sendo ensaiado por Robles Monteiro.

1958
Interpreta o protagonista do primeiro folhetim, produzido pela R.T.P., ainda em directo, ENQUANTO OS DIAS PASSAM, de Armando Vieira Pinto e realizado por Fernando Frazão.

1959
Ingressa no Teatro Nacional Popular (T.N.P.) no Trindade, companhia dirigida por Francisco Ribeiro. Quando esta companhia termina, trabalha durante alguns anos em diversas companhias dos empresários Vasco Morgado e Giuseppe Bastos. Neste periodo interpreta, além de vários autores portugueses, alguns dramaturgos estrangeiros, entre os quais S. Beckett, W. Gibson, Shaw, W. Shakespeare, F.G. Lorca, Steinbeck, Molière, Goldoni, Beaumarchais, Lope de Vega.

1960
Estreia-se em cinema com o filme A RIBEIRA DA SAUDADE, de João Mendes.

1962/1963
Trabalha com a actriz brasileira Eva Todor e o dramaturgo Luiz Iglésias no Teatro Variedades e numa vasta tournée pelo pais.

1964
Ganha um prémio de teatro, atribuido pela critica dos jornais diários, pela sua interpretação na peça de Neil Simon O BEM AMADO (COME BLOW YOUR HORN).

1965
Colabora pela primeira vez num espectáculo musical no Teatro Monumental, PARIS HOTEL, de Georges Feydeau.
Faz o protagonista de DESCALÇOS NO PARQUE (BAREFOOT IN THE PARK), também de Neil Simon.

1966
Desloca-se ao Brasil com uma companhia de Vasco Morgado, actuando no Teatro Ginástico do Rio de Janeiro, onde toma contacto com o jovem teatro brasileiro (Arena-Oficina-Opinião).
Encontra outros actores também interessados em fugir ao teatro estabelecido, estatal ou empresarial e assim funda com Irene Cruz, Morais e Castro e Rui Mendes, uma sociedade de actores denominada GRUPO 4 - completamente independente dos circuitos comerciais, sem nenhum subsidio do Estado, actuando quase sempre no cinema Tivoli, sociedade essa que foi a vanguarda dos chamados "Grupos Independentes".

1967
O "Grupo 4" estreia o seu primeiro espectáculo, KNACK, de Ann Jellicoe, no cinema Tivoli. A partir desse ano e com o "Grupo 4" interpreta e produz, entre outras, as seguintes peças:AMANHÃ DIGO-TE POR MÚSICA (I'LL SAY IT TOMORROW WITH MUSIC), de James Saunders; AS IRMANZINHAS (LES NONES) de Eduardo Manet; A CURVA (DIE KURVE), de Tankred Dorst; NO ALTO MAR, de Slawomir Mrozek; INSULTO AO PÚBLICO (PUBLIKUMBESCHWIMPFUNG), de Peteer Handke; A INVESTIGAÇÃO (L’INVESTIGATION), de Xavier Pommeret; MOCKIMPOT, de Peter Weiss.

1968
Ganha o prémio de "Melhor Actor de cinema", atribuído pela Casa da Imprensa, no filme UM CAMPISTA EM APUROS, de Herlander Peyroteo.

1970
Ingressa como artista convidado no Teatro S. Luis numa nova companhia dirigida por Luiz Francisco Rebello, para protagonizar duas peças: A SALVAÇÃO DO MUNDO, de José Régio e A MÃE, de Witkiewicz, esta última proibida pela censura no ensaio geral, o que fez o seu director demitir-se da direcção da companhia.

1971
Aceita um convite da Televisão brasileira para trabalhar durante 6 meses na "T.V. Rekord-canal 7" de S. Paulo na telenovela OS DEUSES ESTÃO MORTOS, de Lauro César Moniz.

1973
Estreia-se como encenador profissional, dirigindo a peça OH PAPÁ POBRE PAPÁ, de Arthur Kopit na Casa da Comédia.

1974
Constrói com o Grupo 4 um novo teatro em Lisboa o TEATRO ABERTO. Afasta-se progressivamente da profissão de actor.

1975
Dirige AS ESPINGARDAS DE MÃE CARRAR, de Bertolt Brecht.

1976
Dirige para a inauguração do Teatro Aberto O CIRCULO DE GIZ CAUCASIANO, de Bertolt Brecht.

1977
Dirige OS EMIGRANTES, de Slawomir Mrozek, apresentado no Teatro António Pedro no Porto e no Teatro da Trindade, em Lisboa.

1978
É convidado pelo
BERLINER ENSEMBLE (teatro dirigido por Manfred Wekwerth) para participar no colectivo de encenação da nova versão de MÃE CORAGEM E OS SEUS FILHOS, de Bertolt Brecht, tendo como protagonistas Gisela May, Renate Richter, Ekkehard Schall e Dieter Franke.
Participa em Weimar no Festival de Shakespeare e é convidado a fazer uma exposição sobre o tema BRECHT EM PORTUGAL no BRECHT ZENTRUM (Casa-museu de Brecht em Berlim).

1980/
1981
Dirige BAAL de Bertolt Brecht no Teatro da Trindade.

1982
É fundador e director duma nova cooperativa de teatro denominada NOVO GRUPO, que é a actual companhia residente do Teatro Aberto, e dirige OIÇAM COMO EU RESPIRO de Dario Fo e Franca Rame com Irene Cruz como protagonista.

1983
Dirige no Teatro Aberto O SUICIDÁRIO de Nikolai Erdman.

1984
Dirige a peça de Bertolt Brecht A BOA PESSOA DE SETZUAN.
Dirige no Teatro Aberto UBU PORTUGUÊS, um original escrito em conjunto com José Fanha e Vera San Payo de Lemos.

1985
Dirige no Teatro Nacional de S. Carlos a ópera de Kurt Weill e Bertolt Brecht ASCENSÃO E QUEDA DA CIDADE DE MAHAGONNY, sendo co-autor da versão portuguesa com Vera San Payo de Lemos e José Fanha.
Dirige no Teatro Aberto a peça de Friedrich Karl Waechter TU E EU.

1986
Dirige a co-produção Novo Grupo / Teatro Nacional D. Maria II, a peça MÃE CORAGEM E OS SEUS FILHOS de Bertolt Brecht.

1987
Dirige no Teatro Aberto a peça O JARDIM DAS CEREJAS de Anton Tchekov
Dirige no Teatro Aberto a peça A DAMA DO MAXIM'S de Georges Feydeau.
O XII Festival de Teatro de Setúbal é dedicado a João Lourenço.

1988
É convidado pelo Brecht Zentrum para participar nas comemorarações do 90º aniversário do nascimento de Bertolt Brecht. Participam especialistas de Brecht de 55 países. A versão vídeo de MÃE CORAGEM E OS SEUS FILHOS foi inserida no Festival, além de uma comunicação de João Lourenço, no palco do Berliner Ensemble, sobre Brecht.
Dirige no Teatro Aberto a peça A RUA de Jim Cartwright e ROMEU E JULIETA de William Shakespeare.

1989
Realiza um filme da sua autoria para a Televisão Portuguesa ROMEU E JULIETA - UMA PEÇA EM CONSTRUÇÃO.
Dirige no Teatro Aberto a peça HAPPY END de Bertolt Brecht / Dorothy Lane e Kurt Weill.
A convite da Embaixada dos Estados Unidos da América e do United States Information Service, desloca-se a New York e a New Haven - Universidade de Yale, numa viagem de estudo para melhor conhecer a realidade do teatro americano.

1990
Dirige para a Televisão Portuguesa a peça A VOZ HUMANA e a ópera do mesmo nome de Francis Poulenc, num espectáculo concebido por si em homenagem a Jean Cocteau com o titulo global de A VOZ HUMANA ANOS 30 ANOS 60.
Dirige no Teatro Aberto a peça NA SOLIDÃO DOS CAMPOS DE ALGODÃO de Bernard-Marie Koltès, LOUCOS POR AMOR de Sam Shepard e DESEJO SOB OS ULMEIROS de Eugene O'Neill.

1991
Dirige no Teatro Aberto uma nova versão de O SUICIDÁRIO de Nikolai Erdman.
Participa na qualidade de encenador no ENCONTRO DE ESCRITORES GALEGOS E PORTUGUESES, em Santiago de Compostela (Espanha).

1992
Dirige no Teatro de Trindade a peça SABOR A MEL de Shelagh Delaney e no Teatro Aberto A ÓPERA DE TRÊS VINTENS de Bertolt Brecht e Kurt Weill.

1993
Dirige no Teatro Aberto a peça O TEMPO E O QUARTO de Botho Strauss.

1994
No anfiteatro da Faculdade de Letras de Lisboa dirige a peça OLEANNA de David Mamet e no Teatro Aberto a peça ALGUÉM OLHARÁ POR MIM de Frank McGuiness. Dirige a reposição da peça OLEANNA no Teatro Aberto.

1995
Dirige no Teatro Nacional a co-produção entre o Novo Grupo e o Teatro Nacional D. Maria II da peça O CAMINHO PARA MECA de Athol Fugard e no Teatro Aberto a peça O ENSAIO de Jean Anouilh.

1996
Dirige no Teatro Aberto a peça AS PRESIDENTES de Werner Schwab.

1997
Dirige as peças FERNANDO KRAPP ESCREVEU-ME ESTA CARTA de Tankred Dorst, no Teatro Aberto, SWEENEY TODD, O TERRIVEL BARBEIRO DE FLEET STREET de Stephen Sondheim no Teatro Nacional D. Maria II (co-produção entre o Novo Grupo, o Teatro Nacional D.Maria II e o Teatro Nacional de S.Carlos) e novamente no Teatro Aberto a peça ÁGUA SALGADA de Conor McPherson.

1998
Dirige no Teatro Aberto ÁS VEZES NEVA EM ABRIL, peça vencedora do Grande Prémio de Teatro Português, de João Santos Lopes e O MAR É AZUL, AZUL, de sua autoria, Vera San Payo de Lemos e José Fanha, para comemorar o centenário do nascimento de Brecht.

1999
Dirige no Teatro Aberto LUZ DE INVERNO de David Hare; QUASE de Patrick Marber e TOP DOGS de Urs Widmer.
Realiza para a estação de televisão SIC, a série “A Hora da Liberdade”, comemorativa da Revolução de 25 de Abril de 1974.

2000
Dirige no Teatro Aberto a peça LUCEFÉCIT de Conor McPherson.
Dirige no Teatro Aberto, a peça ATÉ MAIS VER de Oliver Bukowski.

2001
Dirige no Teatro Aberto, a peça A VISITA de Eric-Emmanuel Schmitt
Dirige no Teatro Aberto, a peça SOCOS – Peças dos Últimos dias de Neil LaBute.

2002
Dirige no novo Teatro Aberto, PEER GYNT de Henrik Ibsen.
Encena a ópera ALBERT HERRING de Benjamin Britten, com direcção musical do maestro João Paulo Santos.

2003
Dirige no Teatro Aberto as peças JOSÉ E MARIA de Peter Turrini; COPENHAGA de Michael Frayn; DEMÓNIOS MENORES de Bruce Graham e a ópera NOTÍCIAS DO DIA (Neues vom Tage) de Paul Hindemith com direcção musical do maestro João Paulo Santos.

2004
Dirige no Teatro Aberto as peças O BOBO E A SUA MULHER ESTA NOITE NA PANCOMÉDIA de Botho Strauss (co-produção entre o Novo Grupo e o Teatro Nacional S. João), A FORMA DAS COISAS de Neil Labute, DEMOCRACIA de Michael Frayn e a ópera de câmara UMA QUESTÃO DE CONFIANÇA de Ernst Krenek.

2005
Dirige no Teatro Aberto A ÓPERA DO MENDIGO de John Gay / Benjamin Britten e as peças A ÓPERA DE TRÊS VINTÉNS de Bertolt Brecht / Kurt Weill, HOMEM BRANCO HOMEM NEGRO de Jaime Rocha e LUZ NA CIDADE de Conor McPherson.

2006
Dirige no Teatro Aberto as peças GALILEU de Bertolt Brecht e O RAPAZ DOS DESENHOS de Michael Healey e no Teatro Nacional de S. Carlos dirige a ópera O NARIZ de Dimitri Chostakovitch

2007
Dirige no Teatro Aberto a peça (SELVAGENS) HOMEM DE OLHOS TRISTES de Händl Klaus e o musical SWEENEY TODD O TERRÍVEL BARBEIRO DE FLEET STREET de Stephen Sondheim.

2008
Dirige no Teatro Aberto as peças ROCK ‘N’ ROLL de Tom Stoppard e IMACULADOS de Dea Loher.

2009
Dirige no Teatro Aberto a peça O DEUS DA MATANÇA de Yasmina Reza.

2009/2010
Dirige no Teatro Aberto a peça HANNAH E MARTIN de Kate Fodor.


PRÉMIOS


1979
Medalha de Prata da Liga da Amizade com os Povos, pelo seu trabalho durante um ano no Berliner Ensemble. Entregue em Berlim a 7/10/79.

1983
Prémio para o Melhor Espectáculo de Teatro, atribuído pela Revista "TV GUIA" 83, à peça OIÇAM COMO EU RESPIRO.
Prémio para a melhor encenação, atribuído pela Revista "ELES E ELAS", no espectáculo O SUICIDÁRIO.

1984
Prémio 25 de Abril, atribuído pela Associação de Críticos de Teatro, no 10º aniversário de 25 de Abril de 1974.

1985
Prémio Nova Gente 1985 – Melhor Encenação, atribuído pela Revista Nova Gente, com a ópera ASCENSÃO E QUEDA DA CIDADE DE MAHAGONNY.

1986
Prémios com a peça MÃE CORAGEM E OS SEUS FILHOS:
Prémio Garrett – Melhor Produção de 1986
Prémio Garrett – Melhor Encenação de 1986, ambos atribuídos pela Secretaria de Estado da Cultura;
Prémio Antena 1 – Melhor Espectáculo de 1986, atribuído pela Antena 1;
Sete de Ouro 86 – Melhor Encenador, atribuído pelo Semanário "Sete";
Melhor Produção de 1986;
Melhor Encenador, ambos atribuídos pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro;
Troféu Nova Gente – Melhor Espectáculo;
Troféu Nova Gente – Melhor Encenação, ambos atribuídos pela Revista Nova Gente;

1989
Prémios com a peça HAPPY END:
Prémio Garrett – Melhor Produção, atribuído pela Secretaria de Estado da Cultura;
Prémio Fernando Amado – Melhor Encenação, atribuído pela Câmara Municipal de Lisboa.

1992
Grau de Comendador da Ordem do Mérito, concedido por Sua Ex.ª o Senhor Presidente da República a 10/6/93.
Prémio Bordalo da Imprensa 1992, pela encenação de A ÓPERA DE TRÊS VINTÉNS

1993
Prémios com a peça O TEMPO E O QUARTO:
Prémio da Critica – Melhor Espectáculo de 1993,
Prémio da Critica – Melhor Encenação de 1993, ambos atribuídos pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro.

1994
Prémio "Os Melhores de 1994" – Melhor Encenação, pela peça ALGUÉM OLHARÁ POR MIM.

2004
Globo de Ouro para melhor espectáculo de teatro com a peça COPENHAGA.

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IRENE CRUZ

CURRICULUM VITAE






1959
Inicia a sua carreira no Teatro Nacional D. Maria II, interpretando uma peça de Dürrenmatt A VISITA DA VELHA SENHORA, nesse mesmo teatro participa num original português ENTRE GIESTAS e colabora ainda em O CEREJAL, de Tchekhov.
Trabalha também na rádio, onde irá interpretar centenas de peças.

1960
Ingressa na Companhia de Pedro Bom e interpreta António Ferreira, E. Schwalbach e de D. João da Câmara, OS VELHOS.

1961
Faz na Companhia Nacional de Teatro O PRÍNCIPE DE HONBURGO, de Kleist e O PAI, de Strindberg.

1959/1961
Durante este período colabora sempre na Companhia de Teatro Infantil O Gerifalto, interpretando variadíssimas peças sob a direcção de A. Manuel Couto Viana, nos teatros Monumental e Trindade.
Conclui bastante nova o curso da Escola Superior de Teatro.

1961/1963
Breve passagem pelo teatro musicado, onde participa em 4 revistas ao lado de Salvador, Ribeirinho, Aida Batista, Berta Loren, etc.
Ainda no Parque Mayer e agora ao lado de actores jovens, participa na remodelação deste género tradicional de teatro em Portugal, de onde se destacam O GESTO É TUDO e GENTE NOVA.
Neste período faz também a protagonista da opereta NAZARÉ, ao lado de Alberto Ribeiro, tentativa do Teatro Maria Vitória de fazer regressar aos nossos palcos a opereta.

1964
É a primeira figura feminina ao lado de Humberto Madeira na revista FÉRIAS EM LISBOA, no Teatro Monumental com a participação do Ballet de Alfredo Alária.
Volta de novo ao teatro declamado para no teatro Avenida interpretar a comédia de Neil Simon O BEM AMADO, ao lado de Virgílio Teixeira e João Lourenço.

1965
Faz a protagonista do musicado PARIS HOTEL, de Feydeau no Teatro Monumental.

1966
Surge outro êxito na protagonista de DESCALÇOS NO PARQUE, de Neil Simon nos teatros Variedades em Lisboa, Sá da Bandeira no Porto e uma longa tournée pelo país.
Desloca-se ao Brasil numa companhia de teatro do empresário Vasco Morgado onde permanece alguns meses actuando no Teatro Ginástico do Rio de Janeiro.
Funda com João Lourenço, Morais e Castro e Rui Mendes uma sociedade de actores – Grupo 4 – completamente independente dos circuitos comerciais, actuando quase sempre no cinema Tivoli, sociedade essa que foi a vanguarda dos chamados "Grupos Independentes".

1969
Volta episodicamente ao teatro considerado comercial para interpretar o principal papel da peça PEPSIE de Pierrete Bruno que permanece em cena, no Teatro Laura Alves, 7 meses.

1973
Participa em duas peças, como actriz convidada, no Teatro Maria Matos e interpreta PLATONOV, de Tchekhov e um original português de Bernardo Santareno PORTUGUÊS, ESCRITOR 45 ANOS DE IDADE, esta peça já depois do 25 de Abril, e interpretando um palhaço que simbolizava o povo português durante o fascismo!

1967 e 1975
Durante este período com o Grupo 4 interpreta e produz peças de:
Ann Jellicoe – KNACK
James Saunders – AMANHÃ DIGO-TE POR MÚSICA
Eduardo Manet – AS IRMÃZINHAS
Tankred Dorst – A CURVA
Slawomir Mrozek – NO ALTO MAR
Peter Handke – INSULTO AO PÚBLICO
Xavier Pommeret – A INVESTIGAÇÃO
Peter Weiss – MOKIMPOT

1974
Constrói, com o Grupo 4, um novo teatro em Lisboa, o Teatro Aberto, sendo o único teatro inteiramente construído de raíz para esse fim só por profissionais de teatro e com escassos auxílios estatais.

1976
Está presente na inauguração do Teatro Aberto, com a peça O CÍRCULO DE GIZ CAUCASIANO, de Bertolt Brecht, com música de Paul Dessau e encenação de João Lourenço. Nesta peça interpretou a universalmente conhecida personagem Grucha.
Este espectáculo foi um êxito de crítica e público que se confirma pela invulgar permanência em cena o que se deve também à adesão espontânea das camadas populares, não só de Lisboa como de outras regiões do país.

1977/78
Interpreta JOB CARDOSO, de Pierre Halet e colabora numa comédia musicada de autores portugueses no Teatro Aberto.

1980
Regressa ao teatro para fazer a famosa peça de Bertolt Brecht BAAL, no
Teatro da Trindade, em que interpreta o papel de Apresentador e o de Mãe de Baal.

1981
Breve passagem pelo TEL de Luzia Maria Martins na peça UM HOMEM QUE SE CHAMAVA CAMÕES.

1982
Regresso ao Teatro Aberto como um dos elementos fundadores do Novo Grupo e membro da Direcção, para interpretar OIÇAM COMO EU RESPIRO, de Dario Fo e Franca Rame, estando 18 meses em cena e recebendo vários prémios de interpretação.
Interpreta nesta peça as personagens principais e algumas vezes únicas nas quatro cenas em que estava dividida ("O Despertar", "A Mesma Velha História", "Uma Mulher Só" e "Medeia".)

1983
Interpreta a figura de Maria em O SUICIDÁRIO, de Nikolai Erdman.

1984
Interpreta a figura de Shan-Te / Shui-Ta, na peça de Bertolt Brecht A BOA PESSOA DE SETZUAN.
Interpreta a figura da Senhora UBU na peça "UBU PORTUGUÊS - 2002 ODISSEIA NO TERREIRO DO PAÇO” de José Fanha, Vera San Payo de Lemos e João Lourenço.

1986
Interpreta a figura de Kattrin na peça MÃE CORAGEM E OS SEUS FILHOS de Bertolt Brecht, papel que lhe valeu o prémio para a melhor interpretação secundária atribuido pela Associação Portuguesa de Críticos.

1987
Interpreta a figura da Gatinha Nan em A DAMA DO MAXIM'S de Georges feydeau.

1988
Interpreta as figuras de Miriam e Eva em A RUA de Jim Cartright.
Interpreta a figura de Galena em A NAVE ADORMECIDA de Fernando Dacosta.
Interpreta a figura do Clown na peça ROMEU E JULIETA de William Shakespeare.

1989
Interpreta a figura de Lilian Holiday em HAPPY END de Dorothy Lane / Bertolt Brecht.

1990
Interpreta a figura de Abbie na peça DESEJO SOB OS ULMEIROS de Eugene O'Neill.

1991
Interpreta a figura de Maria Lukianovna Podsekalnikova em O SUICIDÁRIO de Nikolai Erdman.

1992
Interpreta a figura de Helen em UM SABOR A MEL de Shelagh Delaney.
Interpreta a figura de Jenny em A ÓPERA DE TRÊS VINTÉNS de Bertolt Brecht / Kurt Weill.

1993
Interpreta a figura de Louise na peça TOP GIRLS de Caryl Churchill, pela qual recebe o prémio "Os Melhores de 1993 – Melhor actriz", também atribuído à sua interpretação na peça A ÓPERA DE TRÊS VINTÉNS.

1994
Interpreta o papel principal na peça A MORTE E A DONZELA, de Ariel Dorfman.

1995
Interpreta numa co-produção do Novo Grupo de Teatro com o Teatro Nacional D. Maria II a peça O CAMINHO PARA MECA, de Athol Fugard.

1996
Interpreta uma das protagonistas da peça AS PRESIDENTES, de Werner Schwab.
Recebe a Medalha de Honra do Concelho de Loures.

1997
Faz uma tournée com a peça O CAMINHO PARA MECA, de Athol Fugard, às regiões autónomas da Madeira e Açores.

1998
Interpreta o principal papel feminino na peça O MAR É AZUL, AZUL, de João Lourenço, Vera San Payo de Lemos e José Fanha, um espectáculo comemorativo do centenário de nascimento de Bertolt Brecht.

1999
Interpreta uma das protagonistas na peça TOP DOGS, de Urs Widmer

2000
Interpreta uma das protagonistas na peça vencedora do “Grande Prémio de Teatro Português 1999” SPA / Novo Grupo, A ÚLTIMA BATALHA, de Fernando Augusto.

2000
Interpreta a protagonista feminina na peça ATÉ MAIS VER de Oliver Bukowski.

2002
Interpreta o papel da mãe de Peer Gynt, em PEER GYNT, de Henrik Ibsen, espectáculo de inauguração do novo Teatro Aberto.

2002/2003
Interpreta o papel de Maria na peça JOSÉ E MARIA de Peter Turrini.

2003
Interpreta uma das protagonistas na peça DEMÓNIOS MENORES, de Bruce Graham.

2005
Interpreta uma das protagonistas na peça A ÓPERA DE TRÊS VINTÉNS, de Bertolt Brecht.

2006
Interpreta uma das protagonistas na peça GALILEU, de Bertolt Brecht.

2008/2009
Interpreta uma das protagonistas na peça IMACULADOS, de Dea Loher

2009/2010
Interpreta o papel de Elfride Heidegger na peça HANNAH E MARTIN, de Kate Fodor


CONDECORAÇÕES


1996
Condecorada com a Medalha de Honra do Concelho de Loures.

2002
Agraciada com a GRÃ-CRUZ DA ORDEM DO INFANTE D. HENRIQUE, por sua Sua Excelência o Senhor Presidente da República Dr. Jorge Sampaio, no Dia da Mulher, dia 8 de Maio de 2002.

2009
Condecorada com a Medalha de Mérito Cultural, dia 10 de Junho, pela Câmara Municipal de Cascais.

TELEVISÃO


1960
Faz a protagonista no folhetim LISBOA EM CAMISA na televisão e continua a fazer peças de tele-teatro, com muita assiduidade, tendo algumas das peças sido reexibidas várias vezes, caso de QUANDO O MAR GALGOU A TERRA, O GRILO NA LAREIRA, A VIZINHA DO LADO etc., podendo-se contar algumas dezenas de peças interpretadas na televisão ao longo destes anos.

1971
Volta ao Brasil para interpretar durante seis meses em S. Paulo, para TV Rekord - Canal 7, um papel de relevo na televisão Brasileira numa telenovela que obteve grande êxito OS DEUSES ESTÃO MORTOS, tendo sido a primeira actriz portuguesa a ser convidada a participar na Televisão Brasileira.

1999/
2000
Interpreta o papel de Judite, na série “Todo o Tempo do Mundo”, exibida na TVI.
Interpreta o papel de Maria dos Anjos, na série “Jardins Proibidos”, exibida na TVI.
Interpreta o papel de Filó no telefilme, “Aniversário” exibido na Sic.

2001
Interpreta o papel de Maria Augusta Valadas, na novela “A Filha do Mar”, exibida na TVI.

2002
Interpreta o papel de Helena na novela “Tudo por Amor”, exibida na TVI

2004
Interpreta o papel de Silvina na novela “Baía das Mulheres”, exibida na TVI

2005
Participa na novela “Os Serranos”, exibida na TVI
Participa na série “Inspector Max”

2006
Participa na série “O Bando dos Quatro”, exibida na TVI
Participação especial na novela “Morangos com Açúcar”, exibida na TVI

2009
Interpreta o papel de Madalena na novela "Olhos nos Olhos", exibida na TVI


CINEMA


O cinema vem ao seu encontro para lhe oferecer a protagonista de OS RETALHOS DA VIDA DE UM MÉDICO, filme de Jorge Brum do Canto. É também a principal intérprete do filme de Herlander Peyroteu, O VELHO E A MOÇA.

Também participa em A RAÇA, de Augusto Fraga; AQUI HÁ FANTASMAS, de Pedro Martins; FADO CORRIDO, de Jorge Brum do Canto.


OUTROS TRABALHOS


1979
Convite de Werner Hecht (Colaborador de Brecht): contacto com o teatro alemão e com a Casa-Museu de Brecht em Berlim, convite que surgiu como homenagem à sua interpretação na peça “O Círculo de Giz Caucasiano” apresentada no Teatro Aberto.

1982
È um dos elementos fundadores e da direcção do Novo Grupo de Teatro.

1991
Dirige na UNIVERSITÁ DEGLI ESTUDI DI ROMA”LA SAPIENZA” dois seminários intitulados “O TEATRO EM PORTUGAL NO TEMPO DA CENSURA”.

1991
Profere na Escola Portuguesa de Roma uma conferência intitulada “O TEATRO EM PORTUGAL: PROBLEMAS E INOVAÇÕES”.

1993
Direcção e interpretação de leituras de textos de autores portugueses, “CONTAR LISBOA”, uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Lisboa.



EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL


1994
INFORMAIO – Formadora de Técnicas de Expressividade a grupos de professores, cujo conteúdo programático engloba:
. Formas de expressão
. Relação com grupos
. Auto-consciência e auto-confiança
. Atenção, concentração e disponibilidade
. Postura e expressão física
. Movimento e utilização do espaço
. Fisiologia da voz
. Respiração
. Relaxamento
. Ritmo
. Dicção
. Expressão Oral

1997 – MINISTÉRIO DA CULTURA
Formadora do curso “ATENDIMENTO PRESENCIAL E TELEFÓNICO” cujo conteúdo engloba:
. Postura e expressão física
. Relaxamento
. Ritmo
. Dicção
. Expressão oral

1998
MINISTÉRIO DA CULTURA
Formadora do curso “ATENDIMENTO PESSOAL E TELEFÓNICO”, cujo conteúdo engloba:
. Postura e expressão física
. Relaxamento
. Ritmo
. Dicção
. Expressão oral

1999
INOVINTER
Formadora do curso “TÉCNICAS DE VOZ E EXPRESSIVIDADE”, leccionado a formadores de diverssa áreas profissionais.

UNIVERSIDADE MODERNA
1999/
2000 – Lecciona a disciplina de “Técnicas de Voz e Expressividade”.
2001 – Lecciona a disciplina de “Técnicas de Voz e Expressividade”.
2002 – Lecciona a disciplina de “Técnicas de Voz e Expressividade”.
2003 – Lecciona a disciplina de “Técnicas de Voz e Expressividade”.
2004 – Lecciona a disciplina de “Técnicas de Voz e Expressividade”.

UNIVERSIDADE INDEPENDENTE
2004 – Lecciona a disciplina de “Técnicas de Voz e Expressividade”.



PRÉMIOS DE RECONHECIMENTO DO SEU TRABALHO


Associação Portuguesa de Críticos 82

Sete de Ouro – Semanário Sete

Prémio Nova Gente – Revista Nova Gente

Prémio Mulheres 83 – Revista Mulheres

Prémio Elas 83 – Revista Ela

Mulheres em Foco 83

Os mais populares de 83 – Teatro Oiçam como Eu Respiro (TV Guia)

Prémio de popularidade 84 – Casa da Imprensa pela sua interpretação na peça A Boa Pessoa de Setzuan, de Bertolt Brecht

Prémio para a melhor interpretação secundária em 86 na peça Mãe Coragem e os seus Filhos, de Bertolt Brecht – Associação Portuguesa de Críticos

Prémio Os melhores de 93 – Melhor actriz nas peças:
A Ópera de Três Vinténs, de Bertolt Brecht
Top Girls, de Caryl Churchill

Globo D’Ouro 2002, para Melhor Actriz de Teatro, pela peça Até Mais Ver, de Oliver Bukowski.

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FRANCISCO PESTANA

CURRICULUM VITAE





1951
Francisco Pestana, actor e dramaturgo, nasce na Madeira, onde reside até 1969, ano em que conclui os estudos liceais, no Funchal, e se muda para Lisboa, onde frequenta o curso de Direito, ao mesmo tempo que inicia a sua actividade artística, no Grupo Cénico da Faculdade de Direito de Lisboa, dirigido, nessa época, por Adolfo Gutkin.

1970
No Teatro Universitário, participa, como actor, em Melim 4

1971
Os Físicos, de F. Durrenmatt (Teatro Maria Matos). Entretanto, é convidado para o cinema (Nojo aos Cães, de António de Macedo), estreia-se no teatro profissional, em O Processo, de Franz Kafka, no Teatro Villaret e integra o elenco de uma nova companhia de teatro, Os Bonecreiros, no espectáculo O Circo Imaginário do Super Basílio, de Beatrice Tanaka (Teatro Villaret).

Enquanto prossegue os estudos de Direito, torna-se actor profissional e é co-fundador de uma nova companhia de teatro, a
Comuna, onde permanece até 1981, participando, como actor nos seguintes espectáculos:

1972
Para Onde is? (“Auto da Alma” e “Auto da Barca do Inferno”), de Gil Vicente; Feliciano e as Batatas, de Catherine Dastée;

1973
Brincadeiras, criação colectiva; Vamos para Maljukipi, criação colectiva;

1974
A Ceia, criação colectiva; A Ceia II, criação colectiva; Cégada, criação colectiva;

1975
Era uma vez, adaptação de “Fábula”, de Alfredo Nery Paiva, Bão, criação colectiva;

1976
Fogo, criação colectiva; O Muro, adaptação de “Aventuras de João Sem Medo”, de José Gomes Ferreira;

1977
Em Maio, criação colectiva; A Mãe, de Gorki/Brecht

1978
Viagens Fabulosas de Simão e Zacarias, criação colectiva; Homem Morto, Homem Posto, de B. Brecht;

1979
Guerras de Alecrim e Manjerona, de António José da Silva;

1980
O Dragão, de Euguéni Schwartz; Em Frente da Porta, do Lado de Fora, de Wolfgang Borchert;

1981
Deixo’s Poisar, espectáculo de café-teatro, de que é co-autor;
Serena Guerrilha, criação colectiva. Muitos dos espectáculos em que participou, nesta companhia, estiveram presentes em diversos festivais internacionais de teatro, entre os quais, os seguintes:


1973, 1974 e 1975
Nancy, França; Wroclaw, Polónia

1973
Manizales, Colômbia

1974
Budapest, Hungria

1975
National Student Drama, Londres, Inglaterra ; Berlim, Alemanha;

1977
Festival das Nações, Paris, França
Sibenik, Croácia

1981
Caracas,Venezuela
S. Paulo, Brasil

1972 e 1981
Os espectáculos em que participou foram apresentados em diversas cidades dos seguintes países: Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Inglaterra, Itália, Hungria, Polónia, Jugoslávia, Cabo Verde, México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica, Brasil, Colômbia e Venezuela.

1982
É co-fundador do Novo Grupo / Teatro Aberto, sendo membro da direcção desta companhia e participando, como actor, nos seguintes espectáculos:

1983
O Suicidário, de Nikolai Erdman;

1984
A Boa Pessoa de Setzuan de Bertolt Brecht;
Confissões numa Esplanada de Verão / O Homem da Flor na Boca, de Luigi Pirandello
Ubu Português – 2002 Odisseia no Terreiro do Paço, de João Lourenço, Vera San Payo de Lemos e José Fanha

1985
O Esfinge Gorda, com textos de Fernando Pessoa e Mário de Sá Carneiro

1986
Mãe Coragem e os Seus Filhos, de Bertolt Brecht (Teatro Nacional D.Maria II);

1987
O Jardim das Cerejas, de Anton Tchekov
A Segunda Vida de Francisco de Assis, de José Saramago;
A Dama do Maxim’s, de Georges Feydeau

1988
A Rua, de Jim Cartwright
A Nave Adormecida, de Fernando Dacosta;
Romeu e Julieta de William Shakespeare;

1989
Happy End, de Dorothy Lane / B. Brecht / Kurt Weill;

1990
Desejo sob os Ulmeiros, de Eugene O’Neill;

1991
O Suicidário II, de Nikolai Erdman;
A Rapariga de Varsóvia, de Mário de Carvalho;
Hotel da Bela Vista, de Ödon von Horváth;

1992
O Marido vai à Caça, de Georges Feydeau;
A Ópera de 3 Vinténs, de Bertolt Brecht/Kurt Weill;

1994
Oleanna, de David Mamet;

1995
Coelho Coelho, de Coline Serreau;
O Ensaio, de Jean Anouilh;

1996
A Minha Noite com o Gil, de Kevin Elliot;

1997
Fernando Krapp Escreveu-me esta Carta, de Tankred Dorst;
As Luzes, de Howard Korder;

1999
Top Dogs, de Urs Widmer;

2000
Lucefécit, de Conor McPherson
A Última Batalha, de Fernando Augusto

2002
Peer Gynt, de Henrik Ibsen

2003
Demónios Menores, de Bruce Graham

2004
Democracia, de Miachael Frayn

2005
A Ópera de Três Vinténs, de Bertolt Brecht / Kurt Weill

2006
Galileu, de Bertolt Brecht

2007
- (Selvagens) Homem de Olhos Tristes, de Händl Klaus

2008
- Rock 'n' Roll, de Tom Stoppard
- Imaculados, de Dea Loher

2009/2010
- Hannah e Martin, de Kate Fodor



Festivais Internacionais

Participa como Actor em várias tournées pela América Central e do Sul, Bélgica, Espanha, França e nos seguintes Festivais Internacionais :
I Festival Internacional de Teatro de San Sebastian – Espanha (1970).
I Festival Internacional de Teatro de Madrid – Espanha (1971).
IX Festival Mundial de Teatro de Nancy – França (1973).
V Festival Latino Americano de Teatro de Manizales – Colombia (1973).
IV Festival de Teatro de Vanguarda de Wroclaw – Polónia (1973).
I Festival Internacional de Teatro de S. Paulo – Brasil (1974).
II Festival Internacional de Teatro de Caracas – Venezuela (1974).
I Semana Internacional de Arte de Budapest – Hungria (1974).
X Festival Mundial de Teatro de Nancy – França (1975).
XX National Student Drama Festival – Londres, Inglaterra (1975).
V Festival de Teatro de Vanguarda de Wroclaw – Polónia (1975).
Festival de Berlim – Alemanha (1975).
Stagione 75/76 do Teatro Regionale Toscano – Itália (1976).
XI Festival Mundial de Teatro de Nancy – França (1976).
I Festival Internacional de Teatro de Vitória – Espanha (1976).
Festival das Nações – Paris, França (1977).
Festivais e Mostras de Teatro e de Cultura: México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica (1977).
Festival Internacional de Teatro de Stuttgart – Alemanha (1978).
Festival Internacional da Criança – Sibenik, Jugoslávia (1979).
I Festival Internacional. de Teatro de Valladolid – Espanha (1979).
I Festival Internacional de Teatro de Zaragoza – Espanha (1980).
I Festival Internacional de Teatro de Alicante – Espanha (1980).
III Festival Internacional de Teatro de S. Paulo – Brasil (1981).
V Festival Internacional de Teatro de Caracas – Venezuela (1981).




No CINEMA, para além da sua actuação em diversos filmes estrangeiros, participou nos seguintes filmes portugueses:

1970
Nojo aos Cães, de António de Macedo

1978
Kilas, O Mau da Fita, de José Fonseca e Costa;

1980
A Vida é Bela, de Luís Galvão Telles;

1986
Balada da Praia dos Cães, de José Fonseca e Costa;

1990
A Maldição de Marialva, de António de Macedo

1997
Adão e Eva, de Joaquim Leitão

2001
J’ai Toujours Voulu Être une Sainte, de Geneviève Mersche (Luxemburgo)
Tolerância Zero, de Fernando Fragata

2009
Sobre Vivências, de João Azevedo e Luis Lobo (curta-metragem)



Na TELEVISÃO, para além de, regularmente, fazer dobragem de voz em séries de desenhos animados e de ter participado em diversas peças de teatro televisivo (actividade que também exerce na rádio), participou, como actor, nas seguintes séries:

1985
Zarabadim (RTP);

1987
Cobardias (RTP);

1989
A Porta (RTP);

1992
Mil Imagens (RTP);

1994
Sozinhos em Casa (RTP);
Nico d'Obra (RTP);

1995
Isto é o Agildo (RTP);

1996
Pensão Estrela (SIC);
As Lições do Tonecas (RTP);
Sim, Sr. Ministro (TVI);
Os Imparáveis (RTP);
As Aventuras de Camilo (SIC);

1998
Solteiros (RTP);
Hotel Bon Séjour, (co-producção RTP-Madeira/ RTP 1 e RTP I,)

1999
Clube dos Campeões (SIC)
Polícias (RTP)
Todo o Tempo do Mundo (TVI)
Médico de Família (SIC)
Jornalistas (SIC)
Cuidado com as Aparências (SIC)
O Maior Cabaret do Mundo (SIC)
Querido Professor (SIC).

2001
Cuidado com as Aparências (2ª série - SIC)
Segredo de Justiça (RTP)
Tolerância Zero (telefilme , SIC)

2004
A Ferreirinha (Série SIC)

2005
Maré Alta (Série SIC)
O Clube das Chaves(Série TVI)
Bocage (Série RTP)
Camilo em Sarilhos (Série SIC)

2006
O Bando dos Quatro (Série TVI)
A minha Família (Série SIC)

2007
A Ilha das Cores(Série RTP2)
Conta-me Como Foi(Série RTP1)
O Dia do Regicídio(Série RTP1)

2008
Liberdade 21(Série RTP1)
Campeões e Detectives(Série TVI)

2009
A Ilha das Cores(Série RTP2)

ACTIVIDADE COMO DRAMATURGO


Inicia-se na escrita teatral em 1992. De entre as peças que escreveu, foram publicadas e/ou levadas à cena as seguintes:

1993
A Ilha de Arguim, publicada em 1996 (edição conjunta da S.P.A./Publicações D. Quixote/INATEL), estreada em 1997, no Teatro Municipal Baltazar Dias (Funchal – Madeira), numa produção do Teatro Experimental do Funchal, sendo também gravada e exibida pela RTP-Madeira, em 1998;

1995
Subúrbio ou Não Há Nada que se Coma?, no Teatro Cinearte, em Lisboa, pelo companhia “A Barraca”.

1998
Deixa-me Ser a Tua Loucura ou Não Há Nada que se Coma II, escrita a convite da Direcção do INATEL e estreada em 1999 no Teatro da Trindade, em Lisboa.

Peças Inéditas:

1992
Proibido

1997
Beija-me na Boca e chama-me Tarzan

1998
Vadios

2002
Um Anjo na Cidade



Como dramaturgo, foi distinguido com os seguintes prémios e menções:

1994
1º Prémio no concurso Inatel / Novos Textos, atribuído à peça A Ilha de Arguim;
Menção Honrosa no Concurso Inatel / Novos Textos, atribuída à peça Subúrbio;
Menção Honrosa no Concurso Português de Dramaturgia / Círculo Cultural “A Barraca”, atribuída à peça A Ilha de Arguim
Menção Honrosa no Concurso Português de Dramaturgia / Círculo Cultural “A Barraca”, atribuída à peça Subúrbio.

1995
Foi agraciado pelo Governo Regional da Madeira, por Distinção e Mérito, na área do Teatro.
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MELIM TEIXEIRA

CURRICULUM VITAE






1969
Início da actividade teatral: Grupo Cénico da Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa.

1969/
1970
Frequência do Curso de Formação de Actores, no Grupo Cénico da A.A.F.D.L., dirigido por Adolfo Gutkin.

Cursos de teatro em que colaborou:
1977-78;1978-79;1979-80 e 1980-81
Curso de Formação de Actores na Comuna - Teatro de Pesquisa.


TEATRO


1970
- Volpone, de Ben Johnson no Grupo Cénico da A.A.F.D.L.. Direcção de Adolfo Gutkin. (Reposição - Luminotécnica);
- Melim 4 criação colectiva do Grupo Cénico da A.A.F.D.L. Direcção de Adolfo Gutkin;
- O Processo de Franz Kafka, no Grupo de Acção Teatral (GAT). Teatro Villaret. Direcção de Artur Ramos.
- Emílio e os Detectives, de Eric Kästner, no Teatro do Jovem Espectador (TeJE). Teatro Vilaret. Direcção de Glicínia Quartin.

1971
- O Fim, de António Patrício, na Casa da Comédia. Direcção de Jorge Listopad.
- Os Físicos, de Frederich Durrenmatt, no Grupo Cénico da A.A.F.D.L.. Direcção de Frederico Wolf.

Em Outubro deste ano participa, juntamente com outros actores profissionais, na fundação do Teatro Laboratório de Lisboa “Os Bonecreiros” e na sua primeira peça:
- O Circo Imaginário do Super Basílio, de Béatrice Tanaka, com direcção de João Mota.

1972
- Em Maio deste ano funda, com mais quatro actores, a
Comuna-Teatro de Pesquisa, participando como actor nos seguintes espectáculos:
- Para onde Is, adaptação dos Auto da Alma e Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente. Direcção de João Mota.
- Feliciano e as Batatas, de Catéherine Dasté. Direcção de João Mota.

1973
- Brincadeiras, criação colectiva. Direcção de João Mota.
- Vamos para Maljukipi, criação colectiva. Direcção de João Mota.

1974
- A Ceia, criação colectiva. Direcção de João Mota.
- A Ceia II, criação colectiva. Direcção de João Mota.
- Cegada, criação colectiva. Direcção de João Mota.

1975
- Era uma Vez, adaptação de Fábula de Alfredo Nery Paiva. Direcção de João Mota.
- Bão, criação colectiva. Direcção de João Mota.

1976
- Fogo, criação colectiva. Direcção de João Mota;
- O Muro, adaptação das Aventuras de João Sem Medo, de José Gomes Ferreira. Direcção de João Mota

1977
- Em Maio, criação colectiva. Direcção de João Mota. Como Director Técnico: Montagem e Luminotécnica;
- A Mãe, de Bertolt Brecht. Direcção de João Mota.

1978
- Viagens Fabulosas de Simão e Zacarias, criação colectiva, direcção de Nuno Feijão. Como Director Técnico: Montagem e Luminotécnica.
- Homem Morto, Homem Posto, de Bertolt Brecht. Direcção de João Mota.

1979
- Guerras de Alecrim e Mangerona, de António José da Silva “O Judeu”. Direcção de João Mota.

1980
- O Dragão, de Euguéni Schwartz. Direcção de João Mota;
- As Despedidas da Grã-Duquesa, de Bernard da Costa. Direcção de João Mota
- Em Frente da Porta, do Lado de Fora, de Wolfgang Borchert. Direcção de João Mota.

1981
- Deixo's Poisar, de Francisco Pestana, Carlos Paulo, Abel Neves, Gil Vicente e Fernando Pessoa. Direcção de João Mota. Como Director Técnico: Montagem e Luminotécnica;
- Serena Guerrilha, criação colectiva. Direcção de João Mota. Como Director Técnico, Montagem e Luminotécnica;




Fundação do Novo Grupo de Teatro (TEATRO ABERTO).


1982
- Oiçam como eu Respiro, de Dario Fo / Franca Rame. Encenação de João Lourenço.

1983
- O Suicidário, de Nikolai Erdman. Encenação de João Lourenço.
- Comédia à Moda Antiga, de Alexei Arbuzov. Encenação de Jorge Listopad.

1984
- A Boa Pessoa de Setzuan, de Bertolt Brecht. Encenação de João Lourenço.
- Confissões numa Esplanada de Verão, de A. Tchekov, A. Strindberg, L. Pirandello, S. Beckett. Direcção de Mário Viegas.
- UBU Português - 2002 Odisseia no Terreiro do Paço, de João Lourenço, José fanha, Vera San Payo de Lemos. Encenação de João Lourenço.
- O Esfinge Gorda, Poemas e Cartas de Fernando Pessoa e Mário de Sá Carneiro. Direcção de Mário Viegas.

Desde a fundação do Novo Grupo de Teatro, além da participação como actor, dirige a Produção de todos os espectáculos. A partir de 1985 dirige também a Montagem e a a partir de 1987 a Luz.

1985
- Tu e Eu, de Friedrich Karl Waechter. Encenação de João Lourenço.

1986
- Volpone, de Ben Jonson. Encenação de Norberto Barroca.
- Mãe Coragem e os seus Filhos, de Bertolt Brecht. Co-produção com o Teatro Nacional de D. Maria II. Encenação de João Lourenço.

1987
- O Jardim das Cerejas, de Anton Tchekov. Encenação de João Lourenço.
- A Segunda Vida de Francisco de Assis, de José Saramago. Encenação de Norberto Barroca.
- A Dama do Maxim's, de George Feydeau. Encenação de João Lourenço.

1988
- A Rua, de Jim Cartwright. Encenação de João Lourenço.
- A Nave Adormecida, de Fernando Dacosta. Encenação de Castro Guedes.
- Romeu e Julieta, de William Shakespeare. Encenação de João Lourenço.

1989
- A Marmita de Papin, de Clara Pinto Correia. Encenação de Fernando Gomes.
- Happy End, de Dorothy Lane/Bertolt Brecht. Encenação de João Lourenço.

1990
- Na Solidão dos Campos de Algodão, de Bernard-Marie Koltès. Encenação de João Lourenço.
- Desejo sob os Ulmeiros, de Eugene O'Neill. Encenação de João Lourenço.
- Loucos por Amor, de Sam Shepard. Encenação de João Lourenço.

1991
- O Suicidário, de Nikolai Erdman. Encenação de João Lourenço.
- A Rapariga de Varsóvia, de Mário de Carvalho. Encenação de Fernanda Lapa.
- Hotel da Bela Vista, de Odon Von Orváth. Encenação de Hellmut Reinke.

1992
- O Marido vai á Caça, de George Feydeau. Encenação de Fernando Gomes.
- Um Sabor a Mel, de Shelagh Delaney. Encenação de João Lourenço.
- A Ópera de 3 Vinténs, de Bertolt Brecht. Encenação de João Lourenço.

1993
- Top Girls, de Caryl Churchill.Versão de Melim Teixeira. Encenação de Fernanda Lapa.
- O Tempo e o Quarto, de Botho Strauss. Encenação de João Lourenço.

1994
- Oleanna, de David Mamet. Encenação de João Lourenço.
- Alguém Olhará por Mim, de Frank Mcguinness. Encenação de João Lourenço.

1995
- A Morte e a Donzela, de Ariel Dorfman. Encenação de Fernanda Lapa.
- O Caminho para Meca, de Atohol Fugard, em co-produção com o Teatro Nacional D. Maria II. Encenação de João Lourenço.
- Coelho Coelho, de Coline Serreau. Encenação de José Carretas.
- O Ensaio, de Jean Anouilh. Encenação de João Lourenço.

1996
- A Minha Noite com o Gil, de Kevin Elyot. Encenação de Fernando Heitor.
- As Presidentes, de Werner Schwab. Encenação de João Lourenço.
- Fernando Krapp Escreveu-me esta Carta, de Tankred Dorst. Encenação de João Lourenço.

1997
- As Luzes, de Howard Korder. Tradução de Melim Teixeira. Encenação de Nuno Carinhas.
- Pêssegos, de Nick Grosso. Tradução de Melim Teixeira. Encenação de José Wallenstein.
- Sweeney Todd, de Stephen Sondheim, em co-produção com o Teatro Nacional D. Maria II. Encenação de João Lourenço.
- Água Salgada, de Connor McPherson. Encenação de João Lourenço.

1998
- Às Vezes Neva em Abril, de João Santos Lopes. Encenação de João Lourenço.
- O Mar é Azul, Azul, Encenação de João Lourenço.

1999
- Luz de Inverno, Encenação de João Lourenço.
- Quase, Encenação de João Lourenço.
- Top Dogs, de Urs Widwer. Encenação de João Lourenço.

2000
- Lucefécit, de Conor McPherson. Encenação de João Lourenço.
- A Última Batalha, de Fernando Augusto. Encenação de Fernando Heitor.
- Até Mais Ver, de Oliver Bukowski. Encenação de João Lourenço.

2001
- A Visita, de Eric-Emmanuel Schmitt. Encenação de João Lourenço.
- Socos, de Neil LaBute. Encenação de João Lourenço.

2002
- Peer Gynt, de Henrik Ibsen. Encenação de João Lourenço.
- Rastos, de António Ferreira. Encenação de Paulo Flipe.
- Albert Herring, ópera de Benjamin Britten. Direcção Musical de João Paulo Santos. Encenação de João Lourenço.
- Encontro com Rita Hayworth, de Pedro Pinheiro. Encenação de Fernando Heitor.
- José e Maria, de Peter Turrini. Encenação de João Lourenço.

2003
- Copenhaga, de Michael Frayn. Encenação de João Lourenço.
- Demónios Menores, de Bruce Graham. Encenação de João Lourenço.
- Notícias do Dia (Neues Vom Tage), ópera de Paul Hindemith. Direcção Musical de João Paulo Santos. Encenação de João Lourenço.
- O Bobo e a sua Mulher esta Noite na Pancomédia, de Botho Strauss. Encenação de João Lourenço.

2004
- A Bebida do Amor (Le Vin Herbé), ópera de Frank Martin. Direcção Musical de João Paulo Santos. Encenação de Luís Miguel Cintra.
- Paisagens Americanas, de Neil LaBute. Encenação de Rui Pedro Tendinha e João Lopes.
- A Forma das Coisas, de Neil LaBute. Encenação de João Lourenço.
- Democracia, de Michael Frayn. Encenação de João Lourenço.
- Uma Questão de Confiança, de Ernst Krenek. Direcção Musical de João Paulo Santos. Encenação de João Lourenço.

2005
- A Ópera do Mendigo, de John Gay / Benjamin Britten. Direcção Musical de João Paulo Santos. Encenação de João Lourenço.
- Copenhaga, de Michael Frayn. Encenação de João Lourenço.
- A Ópera de Três Vinténs, de Bertolt Grecht / Kurt Weill. Direcção Musical de João Paulo Santos. Encenação de João Lourenço.
- Homem Branco Homem Negro, de Jaime Rocha. Encenação de João Lourenço.
- Luz na Cidade, de Conor McPherson. Encenação de João Lourenço.

2006
- Galileu, de Bertolt Brecht. Encenação de João Lourenço.
- Os Sete Dias de Simão Labrosse, de Carole Fréchette. Encenação de Maria Emília Correia.
- O Rapaz dos Desenhos, de Michael Healey. Encenação de João Lourenço.

2007
- (Selvagens) Homem de Olhos Tristes, de Händl Klaus. Encenação de João Lourenço.
- Sweeney Todd O Terrível Barbeiro de Fleet Street, de Stephen Sondheim. Encenação de João Lourenço. Direcção Musical de João Paulo Santos.
- O Bosque, de David Mamet. Encenação de João Lopes.

2008
- Rock 'n' Roll, de Tom Stoppard. Encenação de João Lourenço.
- Omnisciência, de Tim Carlson. Encenação de Nuno Carinhas.
- Imaculados, de Dea Loher. Encenação de João Lourenço.

2009
- Tu e Eu, de Friedrich Karl Waechter. Encenação de Sofia de Portugal.
- O Deus da Matança, de Yasmina Reza. Encenação de João Lourenço.

2009/2010
- Hannah e Martin, de Kate Fodor. Encenação de João Lourenço.



TELEVISÃO


1971
- Vida do Grande D. Quixote de La Mancha e do Gordo Sancho Pança, de António José da Silva O Judeu, realização de Jorge Listopad.
- O Processo de Joana D'Arc, realização de Jorge Listopad.

1972
- A Rabeca, de Helder Prista Monteiro, realização de Jorge Listopad.

1979
- Fernão de Magalhães Entrevista Histórica do Programa Tal e Qual de Joaquim Letria / Thilo Krassman.

1980
- O Elefante Infantil, realização de Seme Lufi;
- O Dragão, de Euguéni Schwartz, realização de Luís Filipe Costa;
- A César o que é de César, da série Uma Cidade como a Nossa, realização de Luís Filipe Costa.

1982
- D. Afonso Henriques e Marquês de Pombal, no programa Arco Iris, realização de Luís Filipe Costa;
- Moskavid-Off, no Júri de Festa é Festa de Júlio Isídro;

1983
- Frankamente Dr. e Frankamente Júnior, no júri de Festa é Festa de Júlio Isidro;
- Les Foudres de Bachus, co-produção Luso-Francesa;

1984
- Chuva na Areia, de Luís Sttau Monteiro, realização de Nuno Teixeira.

1987
- A Relíquia

1992
Les Amants du Tage

1994
Le Jour du Serpent


Outras séries televisivas:
- Sozinhos em Casa;
- Nós os Ricos
- Médico de Família;
- Polícias;
- Não és Homem não és nada;
- Esquadra de Polícia;
- Inspector Max;
- A Ferreirinha.

Participa em dobragens de várias séries de animação.
Participa em co-produções da RTP com congéneres europeias.



CINEMA


Entre outros:
1970
Nojo aos Cães, realização de António Macedo.

1973
Mal Amado, realização de Fernando Matos Silva.

1981
Jack, realização de António Silva.

1985
Le Soulier de Satin, realização de Manoel de Oliveira.

1986
Balada da Praia dos Cães, realização de Fonseca e Costa.

1988
Emissários de Khalom, realização de António Macedo.

1992
La Peau du Serpent.

Participa em produções e co-produções cinematográficas internacionais.




DIGRESSÕES E FESTIVAIS INTERNACIONAIS DE TEATRO


Participa como Actor, Director de Produção, Director Técnico e de Montagem em várias tournées por Espanha, França, Bélgica, América Central e do Sul e nos seguintes festivais internacionais (entre outros):

I Festival Internacional de Teatro de San Sebastian – Espanha (1970).
I Festival Internacional de Teatro de Madrid – Espanha (1971).
IX Festival Mundial de Teatro de Nancy – França (1973).
V Festival Latino Americano de Teatro de Manizales – Colombia (1973).
IV Festival de Teatro de Vanguarda de Wroclaw – Polónia (1973).
I Festival Internacional de Teatro de S. Paulo – Brasil (1974).
II Festival Internacional de Teatro de Caracas – Venezuela (1974).
I Semana Internacional de Arte de Budapest – Hungria (1974).
X Festival Mundial de Teatro de Nancy – França (1975).
XX National Student Drama Festival – Londres, Inglaterra (1975).
V Festival de Teatro de Vanguarda de Wroclaw – Polónia (1975).
Festival de Berlim – Alemanha (1975).
Stagione 75/76 do Teatro Regionale Toscano – Itália (1976).
XI Festival Mundial de Teatro de Nancy – França (1976).
I Festival Internacional de Teatro de Vitória – Espanha (1976).
Festival das Nações – Paris, França (1977).
Festivais e Mostras de Teatro e de Cultura: México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica (1977).
Festival Internacional de Teatro de Stuttgart – Alemanha (1978).
Festival Internacional da Criança – Sibenik, Jugoslávia (1979).
I Festival Internacional de Teatro de Valladolid – Espanha (1979).
I Festival Internacional de Teatro de Zaragoza – Espanha (1980).
I Festival Internacional de Teatro de Alicante – Espanha (1980).
III Festival Internacional de Teatro de S. Paulo – Brasil (1981).
V Festival Internacional de Teatro de Caracas – Venezuela (1981).
Neue Stücke Aus Europa 2006, Wiesbaden – Alemanha (2006).

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