Quase é uma peça sobre quatro pessoas, dois homens e duas mulheres, que se amam e se deixam, mentem e exigem a verdade num jogo de relações entre os sexos em que se reflecte o estilo de vida livre e intenso, característico dos habitantes das grandes cidades nos anos 90.
Críticas
"Uma peça habilmente construída"
- 5/6/1999 - Expresso (João Carneiro)
"Sólido quarteto de intérpretes"
- 10/7/1999 - Expresso (João Carneiro)
"Teatro em estado de graça"
- 17/5/1999 - Público - (Manuel João Gomes)
"Espectáculo bonito, quase perfeito"
- 28/5/1999 - Público (Manuel João Gomes)
"A revelação do espectáculo é a transformação de Catarina Furtado numa actriz a sério"
- 19/5/1999 - Jornal de Letras (Carlos Porto)