Inventando cada dia um novo emprego, Simão Labrosse quer preencher o vazio que é a sua vida. Sucessivamente duplo emocional, acabador de frases, adulador do ego,aliviador de consciência e apaixonado à distância, lembra na sua busca desesperada as personagens de Samuel Beckett.
Actor e espectador da vida quotidiana, o desempregado Simão Labrosse bate-se febrilmente e com humor contra o sistema que o sufoca, a podridão deste mundo sobre o qual “chovem tijolos”. Ele só tem uma arma para se defender: está vivo.
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Críticas
“…estamos perante um espectáculo denso e seguro…”; “…com comediantes que se equivalem com nota alta sobre o palco…”
– 22/06/2006 – Notícias da Amadora (Fernando Midões)
“ …um espectáculo que não nos larga, mesmo depois de termos transposto as portas do teatro.”
– 2/07/2006 – Correio da Manhã (Ana Maria Ribeiro)
“ …uma segura direcção de Maria Emília Correia…”; “…os actores produziram um trabalho exemplar…”
– 29/07/2006 – Expresso Cartaz (Daniel Tércio)