NOITE VIVA
Conor McPherson

UM DIA UMA VIDA
Ruy Belo
16 Fevereiro, 2018
TODA A CIDADE ARDIA
Marta Dias
17 Dezembro, 2017

NOITE VIVA

Conor McPherson

AUTOR
Conor McPherson
VERSÃO
João Lourenço | Vera San Payo de Lemos
DRAMATURGIA
Vera San Payo de Lemos
ENCENAÇÃO
João Lourenço
CENÁRIO
António Casimiro | João Lourenço
FIGURINOS
Isabel Finkler
LUZ
João Lourenço
INTERPRETAÇÃO
Anna Eremin | Bruno Bernardo | Filipe Vargas | Rui Mendes | Vítor Norte
Sem grandes perspectivas de futuro, Tomás vai sobrevivendo com esquemas e trabalhos ocasionais. Numa noite, Ana cruza-se no seu caminho. Traz consigo a violência e desperta sentimentos e sonhos que Tomás julgava perdidos. Quem é esta jovem mulher e qual é a sua história? Entre a solidão e o vazio, vislumbram-se a possibilidade do amor e a esperança de uma vida diferente.

Noite viva, apresenta-se como um projecto inovador de cine-teatro. Combinando as linguagens do teatro e do cinema, este espectáculo sai do espaço do teatro para seguir com a câmara as personagens e mostrar no grande ecrã outras histórias que se juntam àquela que se está a contar ao vivo no palco. Tudo se desenrola de noite. É uma noite viva onde irrompem acções e emoções inesperadas e perturbadoras. E noite após noite procura-se a estrela que vai guiar o caminho.


Críticas

“A peça destina-se ao teatro, mas João Lourenço quis parti-la e ligá-la com a linguagem do cinema. O resultado é notável (…) Esta ‘Noite Viva’ alimenta-se de desencantos e de sonhos, violência e ternura. Retrata um quotidiano comum de gente desencaminhada, que perdeu o carreiro à procura de rumo (…) O trabalho dos atores é notável”. - Jornal de Negócios – António José Teixeira – 22/12/2017

“Extraordinária capacidade de dramatizar a esperança, a compaixão, a beleza e a força da vida (…) O encenador João Lourenço criou uma nova forma de pôr em cena a desejada proximidade com as personagens (…) Desempenhos notáveis (…) Destaques para Anna Erenim e Vítor Norte, pela justeza de atuação (…) Esplêndido espetáculo a lembrar a cada instante”. - Jornal de Letras – Helena Simões – 20/12/2017

“É um espetáculo que tem um filme dentro. Mas é também um filme que tem um espetáculo por trás (…) O filme é um objeto artístico por si próprio”. - Diário de Notícias – Maria João Caetano – 19/12/2017

“Texto exemplar na simplicidade realista da sua linguagem e na forma como verifica, afirma e questiona através de insinuações e não-ditos sem perder intensidade dramática”. Time Out – Rui Monteiro – 03/01/2018