Margarida vive sozinha com a filha e trabalha na Loja de Tudo a Um Euro. A sua vida é dura, como é para a maior parte das pessoas que lutam dia-a-dia para pagar as contas.
Boas Pessoas é uma peça de gente comum, que sonha, sofre e se diverte, vive e trabalha numa grande cidade. Há quem se esforce para chegar ao topo, quem viva de caridade, quem não deva nada a ninguém e quem procure encontrar a sorte num jogo de azar.
O caminho de Margarida estará traçado à partida ou vai decidir-se num momento? As coisas hão-de melhorar ou piorar, fruto do seu esforço ou num golpe de sorte?
No fim de contas, a vida é feita de escolhas. Será?
Críticas
“Orgulho, ambição, sorte e azar, egoísmo e generosidade, fatalidades e escolhas, mentiras e verdades – tudo cabe em cada um dos [personagens] que entram nesta história”. - Visão – Gabriela Lourenço – 17/12/2015
“Um espetáculo sobre o jogo difícil do dia-a-dia”. - Sábado – Nuno Costa Santos – 29/12/2015
“Concentra na sua dramaturgia o essencial, isto é, a universalidade da desigualdade social e o seu efeito nas pessoas”. - Time Out – Rui Monteiro – 30/12/2015
“É uma peça de gente comum, que sonha, sofre e se diverte”. - Jornal de Notícias – 25/12/2015